quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

NATAL DO CEPRO



Mais um final de ano se aproxima e com ele as tradicionais confraternizações do Natal e do Ano Novo. E em 2010 esta tradição se confirma para muitos e muitas de vários credos e crenças.

Desta vez, o CEPRO – Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras – comemorou no dia 17 de dezembro sua 3ª versão do “Natal do CEPRO”. E, como sempre, de forma compartilhada entre amigos, parceiros e familiares.


Na abertura, o Prof. Cesar Gomes, secretário do CEPRO, agradeceu a presença das famílias, na sua maioria participantes das ações e projetos desenvolvidos pelo Centro Cultural. A seguir, a Prof.ª Guilhermina Rocha, presidente do CEPRO, além ressaltar a importância daquele momento, apresentou um breve relato dos trabalhos realizados pelo Centro Cultural nestes dois anos e meio de existência. Agradeceu particularmente às mães, aos pais, às crianças e aos adolescentes ali presentes pelo apoio e carinho devotados ao CEPRO.

Logo após, deu-se início a parte propriamente festiva quando foram apresentadas canções natalinas pelas próprias crianças e adolescentes que participam dos diversos projetos do CEPRO.


Em primeiro lugar se apresentaram as crianças do “Projeto da Brinquedoteca”. A princípio tímidas, logo se ambientaram e soltaram suas vozes, para alegria e emoção da atenta platéia de mães e pais “corujas”.

Depois se apresentaram as crianças e adolescentes do “Projeto do Reforço Escolar”. Mais crescidos e confiantes, logo entraram no clima e até mereceram um “bis” dos presentes. Tudo igualmente com muita emoção e alegria.


Após a parte musical, foi a vez da certificação dos concluintes do módulo do “Projeto de Inclusão Digital”. Aqui participaram crianças, jovens e adultos que, com grande ânimo e dedicação, superam as dificuldades iniciais e concluíram esta fase introdutória à informática. Esses são exemplos para muitos outros que estão chegando.

A seguir, nesta noite de comemorações, aconteceu a ceia compartilhada, onde uma variada iguaria foi servida para gáudio, especialmente, da garotada.


Por fim, a surpresa da noite: um Papai Noel “autêntico” – bem fofão, barbudo natural e com muitos aninhos – apareceu de repente, antecipando a Noite de Natal. E com ele, é claro, um volumoso saco de presentes, que foram distribuídos em meio a grande algazarra.

É com este desejo e propósito de compartilhar alegrias e realizações que o CEPRO, junto às crianças, aos jovens e aos familiares, se propõe a continuar e avançar no exercício da cidadania.


Por isso, o CEPRO acredita e pratica a educação e a cultura como pilares para a formação da consciência crítica e a construção de uma nova sociedade – mais justa, fraterna e solidária.

Diretoria do CEPRO







CEPRO – Um Projeto de Cidadania, Educação e Cultura em Rio das Ostras.

Avenida das Flores, n° 394 - Bairro Residencial Praia Âncora
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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

CARLOS GARDEL: A VOZ DO TANGO

Carlos Gardel foi o mais famoso dos cantores de tango argentino, país ao qual chegou aos dois anos de idade. Gardel é sinônimo de tango e seu nome é legendário. Nasceu no dia 11 de dezembro de 1890 – há 120 anos –, em Tacuarembó ou em Toulouse.

Seu lugar de nascimento se constitui uma questão controversa. Alguns sustentam que Gardel teria nascido no interior do Uruguai, no departamento de Tacuarembó, baseando-se em alguns documentos e matérias jornalísticas da época.

Outros dizem que Gardel teria nascido na cidade francesa de Toulouse como Carlos Gardés, filho de pai ignorado e de Bertha Gardés. Gardel era esquivo sobre o tema e quando indagado dizia: “Nasci em Buenos Aires aos dois anos e meio de idade”.

Cantor e ator, Gardel foi celebrado em toda a América Latina pelo seu trabalho de divulgação do tango. Iniciou sua carreira artística com o nome de El Morocho, apresentando-se em cafés dos subúrbios da capital argentina.

Teve como importante parceiro musical o brasileiro Alfredo Le Pera. Gravou mais de noventa canções entre tangos, milongas, fox-trots, fados, pasodobles e músicas folclóricas, vendendo milhares de discos.

Entre suas interpretações mais famosas estão: Mi noche triste (1917), Adiós muchachos (1928), Silencio (1932), Melodia de arrabal (1933), Cuesta abajo (1934), Mi Buenos Aires Querido (1934), Volver (1934), El dia em que me quieras (1935), entre muitas outras conhecidas.

Carlos Gardel morreu em desastre de avião durante uma turnê, em Medellin, na Colômbia, em 24 de junho de 1935. Neste acidente morreu também seu parceiro Alfredo Le Pera

Em 2003, por proposta do governo uruguaio, a voz de Gardel foi gravada pela Unesco no Programa Memória do Mundo.

No Brasil, Gardel foi bastante admirado, tendo sido responsável pelo interesse em torno do gênero do tango, até hoje apreciado por círculos de músicos e de público.

Neste ano, são lembrados os 120 anos de nascimento deste grande artista, um verdadeiro ícone do tango e continua sendo uma das personalidades mais queridas de toda a Argentina.

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Fonte: Enciclopédia Wikipédia



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OSCARITO: ARTISTA CÔMICO E POPULAR


Oscarito, pseudônimo de Oscar Lorenzo Jacinto de La Imaculada Concepción Tereza Dias, nascido em Málaga, Espanha, em 16 de agosto de 1906, foi um ator hispano-brasileiro, considerado um dos mais populares cômicos do Brasil. Ficou famoso pela dupla que fez com Grande Otelo, outro conhecido comediante do cinema nacional, em trabalhos dirigidos por Carlos Manga e Watson Macedo. Oscarito faleceu aos 64 anos de idade, no Rio de Janeiro, em 4 de agosto de 1970.

Nasceu em família circense, vindo para o Brasil com um ano de idade, mas somente se naturalizou em 1949. Seu pai era alemão e sua mãe, portuguesa. Aprendeu a tocar violino, sendo ainda palhaço, trapezista, acrobata e ator.

Estreou no Teatro de Revista em 1932, na peça “Calma, Gegê”, que satirizava o ditador Getúlio Vargas, de quem se tornou amigo. No cinema, estreou em “Noites Cariocas”, de 1935, embora tenha figurado num filme anterior. Foi nesta arte que ganhou enorme popularidade no país.

Seu nome, no Brasil, chegou a ser tão prestigiado quanto os maiores humoristas do cinema mundial, como Charles Chaplin ou Cantinflas. Foi convidado para filmar nos Estados Unidos, mas recusou o convite, temendo um possível fracasso. Na televisão, não alcançou o mesmo sucesso do cinema.

A lista dos seus trabalhos é bem vasta, da qual apresentaremos alguns, entre os mais lembrados: Assim era a Atlântida (1975) (um filme retrospectivo), Crônica da Cidade Amada (1965), Pintando o Sete (1959), O Homem do Sputnik (1959), Esse Milhão é Meu (1958), Treze Cadeiras (1957), Matar ou Correr (1954), Nem Sansão nem Dalila (1954), Carnaval Atlântida (1952), Aviso aos Navegantes (1950), Esse Mundo é um Pandeiro (1947), entre muitos outros.

Em que pese o discutível gosto e a precariedade técnica daquelas produções, Oscarito, passados 40 anos, ficou para a história do cinema brasileiro como um dos mais hilariantes humoristas, levando plateias inteiras ao delírio e às gargalhadas: eram os tempos gloriosos das chamadas “chanchadas” da Atlântida.

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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

HOMENAGEM A FREDERICO FELLINI, CINEASTA ITALIANO

Federico Fellini nasceu em Rimini, na Itália, no dia 20 de janeiro de 1920 e foi um dos mais importantes cineastas italianos, sendo aclamado em todo o mundo. Neste ano, completaria 90 anos de nascimento.

Fellini ficou eternizado pela poesia de seus filmes que, mesmo quando faziam sérias críticas à sociedade, não deixavam a magia do cinema desaparecer. O cineasta ficou conhecido pelo estilo peculiar que funde fantasia e imagens barrocas. È considerado uma das maiores influências e um dos mais admirados diretores do século XX.

Nascido e criado em Rimini, além da cultura local, as experiências de sua infância vieram a ter uma parte vital em muitos de seus filmes, em particular em “Os Boas Vidas” (1953) e “Amarcord” (1973). Mas nem todos os seus filmes foram autobiográficos.

Em 1953, recebeu um Oscar de Honra em reconhecimento de suas obras que, ao mesmo tempo, chocavam e divertiam audiências mundo a fora. No mesmo ano, no dia 31 de outubro, veio a falecer, em Roma, aos 73 anos.

Ganhou quatro Oscars na categoria de melhor filme estrangeiro como os trabalhos: “A Doce Vida” (1960), “Oito e meio” (1963), “Satyricon” (1969) e “Amarcord” (1974).

Fellini recebeu ainda uma Palma de Ouro no Festival de Cannes com o filme “A doce Vida”, considerado um dos melhores e mais importantes do cinema mundial. Neste filme atuou o conhecido a aclamado ator italiano Marcello Mastroianni.

Federico Fellini dirigiu muitos outros filmes e mereceu inúmeros prêmios internacionais. Deixa um legado artístico memorável, com uma combinação única de memória, sonhos, fantasias e desejos.

Sua obra é um verdadeiro brinde à vida.

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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

CEPRO DESEJA UM FELIZ NATAL E UM ANO NOVO PLENO DE REALIZAÇÕES

O CEPRO - Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras - deseja um Feliz Natal e um Ano Novo pleno de realizaçoes às famílias, parceiros e amigos que estiveram conosco ao longo deste ano com vista a um mundo melhor para todos e todas.

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domingo, 19 de dezembro de 2010

UM MUNDO MAIS JUSTO, HUMANO E SUSTENTÁVEL PARA TODOS E TODAS

O final de 2010 se aproxima e algumas reflexões são necessárias. Aproveito o momento de celebração do Natal onde nossos sentimentos de solidariedade ficam mais a flor da pele.

Neste sentido, percebemos que ainda precisamos mudar para melhorar a qualidade de vida do nosso povo. Isto quer dizer “precisamos sair da lama”. E para diminuir mais as desigualdades sociais, são necessárias políticas públicas efetivamente comprometidas com esta causa. Onde garantem serviços essenciais como educação, saúde, trabalho, moradia, saneamento, transporte, cultura, segurança etc. Nossa lista pode ser extensa, mas a precarização do nosso povo humilde é histórica.

A partir de 1º de janeiro, uma nova conjuntura sinaliza que devemos analisar as últimas eleições como um termômetro político para a corrida à sucessão municipal que já começou.

Reafirmamos que não será tão simples este processo. Para isso, precisamos garantir qualidade de vida e formação de qualidade para que o nosso povo não seja manipulado como já foi outrora.

Lamentavelmente , os jovens são particularmente atingidos por essa situação. Como o sistema educacional não conseguiu tê-los e o mercado de trabalho não os incorpora, muitos deles abandonam a escola e permanecem sem ocupação, desfiliados dos papéis que lhes são socialmente atribuídos, os de estudantes ou de trabalhadores.

Neste sentido, o sentimento também presente é que o investimento e aperfeiçoamento para a nossa população é fundamental.

Não existe receita pronta e a participação popular é uma parceira importante. A pauta deve estar comprometida com os direitos humanos, com a participação social e a implementação efetiva de programas e ações sobre os interesses sociais, não mais do seu próprio bolso.

Desejamos mais avanços nas áreas sociais, econômicas, políticas e culturais em nosso país e em nossos municípios.

Embalados pelos sinos e a animação de mais um Natal que chega, este cenário traz uma nova expectativa para 2011.

FELIZCIDADE!


Profª Guilhermina Rocha
Especialista em Educação e Historiadora
Presidente do CEPRO

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JOSÉ MAURICIO NUNES GARCIA:"O TRIUNFO DA AMÉRICA"


O padre José Maurício Nunes Garcia, nascido no Rio de Janeiro, em 22 de setembro de 1767, foi um compositor de música sacra que viveu a transição entre o Brasil Colônia e o Brasil Império. É considerado o primeiro compositor clássico de renome na história da música brasileira e um dos maiores compositores das Américas de seu tempo.

José Maurício era filho de Apolinário Nunes Garcia, branco, e Victória Maria da Cruz, filha de escravos. Desde cedo, revelou-se talentoso para a música, tendo composto sua primeira obra aos 16 anos. Em 1792, é ordenado padre e, em 1798, tornou-se mestre-de-capela da Sé Catedral do Rio de Janeiro. Ali atuou como compositor e organista.

Em 1808, a chegada da Família Real Portuguesa ao Rio de Janeiro, muda o panorama artístico e cultural da cidade. José Maurício é nomeado mestre da Capela Real pelo Príncipe-Regente D. João VI, grande admirador de música.

O período de 1808 a 1811 é o mais produtivo de Nunes Garcia. Apesar de reconhecido e condecorado, não escapou do preconceito reinante do seu tempo devido a sua condição de afrodescendente.

Seu prestígio começou a declinar com a chegada à corte do compositor português, Marcos Portugal, o mais célebre de seu tempo, que tinha suas obras apresentadas por toda a Europa. A fama do recém-chegado faz D. João VI a pôr Marcos Portugal à frente da Capela Real, substituindo Nunes Garcia.

Padre José Maurício compôs cerca de 26 Missas, 4 Missas de Requiem, Responsórios, Matinas, Vésperas, um Miserere, Hinos, modinhas e pequenas peças profanas, entre outras. Com destaque para as obras: Missa de Requiem (1816) e Missa de Santa Cecília (1826). Compôs ainda um drama musical chamado “O triunfo da América” (1809).

Sua produção conhecida chega a 240 obras, muitas delas redescobertas ou restauradas em meados do século XX por Cleofe Person de Mattos, conhecida musicóloga, que teve papel fundamental na revalorização da música do período colonial brasileiro.

Hoje em dia, as composições de Nunes Garcia voltaram às salas de concerto e recitais em igrejas.

José Maurício Nunes Garcia faleceu, no Rio de Janeiro, em 18 de abril de 1830, há 180 anos. No entanto, seu legado artístico continua vivo entre nós.

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sábado, 18 de dezembro de 2010

7ª EDIÇÃO DO CIRCULANDO - DIÁLOGO E COMUNICAÇÃO NA FAVELA

O Circulando é um evento que acontece na rua e a entrada é gratuita. As primeiras atividades começam às 9h com a caminhada ecológica. A partir deste horário até às 22h atividades estarão acontecendo no Complexo do Alemão, ainda que fiquem mais concentradas na rua onde estará o palco. O endereço é rua Doutor Nogushi, em frente à Joaquim de Queiroz, Grota. Ao entrar na rua, já será possível ver arte, cultura e direitos circulando pelo Alemão.

O que: 7ª edição do Circulando – Diálogo e Comunicação na Favela // Quando: 18 de dezembro, sábado // Que horas: das 10h às 22h.

Como chegar: a rua Doutor Nogushi é transversal da Avenida Itararé e se localiza em frente à entrada da Grota (rua Joaquim de Queiroz). O acesso é fácil seja de carro, metrô ou ônibus. Contatos: assessoria de imprensa e informação - Marianna Araujo e Vitor Castro: (21) 8187-7533 / 9173-1947 e David Amen: (21) 7609-4550


Edição especial

Foi pensando neste novo momento do conjunto de favelas que o coletivo organizador agregou a força do evento às ações do Comitê de Desenvolvimento Local da Serra da Misericórdia. O Comitê agrega muitas das instituições que organizam o Circulando e depois da ocupação do Alemão vem trabalhando em torno de uma Agenda Propositiva Socioambiental para os Complexos do Alemão e Penha.

A Agenda será lançada durante o Circulando, que além desta discussão sobre desenvolvimento contará também com diversas atrações culturais e serviços para os moradores. O show mais esperado do dia fica por conta da banda de reggae Ponto de Equilíbrio. Haverá ainda apresentações de poesias, batalha de rima e show de rap, mutirão de grafite, capoeira, caminhada socioambiental pela Serra da Misericórdia, teatro, exibição de vídeos e uma ação com o grupo do Festival Estética Central. Entre os serviços que estarão disponíveis estão um núcleo de assistência jurídica da OAB, uma tenda do Centro de Apoio ao Trabalhador e uma equipe de Saúde Móvel com assistência médica e odontológica.

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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

VINICIUS DE MORAES: "SE TODOS FOSSEM IGUAIS A VOCÊ"


Vinicius de Moraes foi um intelectual – refinado e popular – multifacetado: diplomata, dramaturgo, jornalista, poeta e compositor. Às vezes, cantor e declamador. Nasceu no Rio de Janeiro, em 19 de outubro de 1913.

Poeta essencialmente lírico, o poetinha (como ficou conhecido) notabilizou-se pelos seus sonetos. Conhecido como boêmio inveterado, fumante e apreciador de uísque, era também conhecido por ser um grande conquistador. O poetinha casou-se por nove vezes ao longo de sua vida. Sua obra é vasta, passando pela literatura, teatro, cinema e música. No campo musical, Vinicius teve como principais parceiros: Tom Jobim, Toquinho, Baden Powell, João Gilberto, Chico Buarque e Carlos Lyra.

Vinicius de Moraes graduou-se em Ciências Jurídicas, em 1933, na Faculdade de Direito do Catete (hoje, integrada à UERJ). Trabalhou como sensor cinematográfico junto ao Ministério da Educação e Saúde, da época. Foi crítico de cinema do jornal “A manhã”.

Em 1946, assumiu o primeiro posto diplomático como vice-cônsul em Los Angeles. Nos anos 1950, atuou no campo diplomático em Paris e em Roma.

No final de 1968, foi afastado da carreira diplomática, tendo sido aposentado compulsoriamente pelo AI-5 (Ato Institucional nº 5), dispositivo de repressão aplicado pelo regime militar instaurado em 1964.

Vinicius foi anistiado (post-mortem) pela Justiça, em 1998. Foi oficialmente reintegrado, em 2006, na carreira diplomática. A Câmara dos Deputados aprovou, em fevereiro de 2010, a promoção póstuma do poeta ao cargo de “ministro de primeira classe”, do Ministério dos Negócios Estrangeiros, equivalente a embaixador. Faleceu no Rio de Janeiro, em 9 de julho de 1980.

Mas foi na carreira artística que Vinicius deixou sua marca de genialidade – na poesia e nas letras de músicas. Seu repertório é vastíssimo e são muitas as suas parcerias, de modo que um resumo deixa de fora muitas obras importantes.

A seguir, apontamos algumas entre as mais notáveis: A felicidade, Canção do amor demais, Chega de saudade, Derradeira primavera, Ela é carioca, Eu não existo sem você, Garota de Ipanema, Insensatez, Praia branca, Se todos fossem iguais a você (com Tom Jobim); O canto de Oxum, Pela luz dos olhos teus, Tarde em Itapuã, Meu pai Oxalá (com Toquinho); Apelo, Berimbau, Canto de Ossanha, Formosa (com Baden Powell); A primavera, Minha namorada (com Carlos Lyra); Arrastão (Edu Lobo); Bom dia, tristeza (com Adoniran Barbosa); Mundo melhor (com Pixinguinha) e Rancho das Flores (com J. S. Bach), além de muitas outras.

O legado artístico de Vinicius de Moraes é imenso e, mesmo nos dias de hoje, passados 30 anos de seu desaparecimento, sua obra nos parece bastante atual e cativante.

Bênção poetinha!

Diretoria do CEPRO

Fonte: Enciclopédia Wikipédia


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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O CEPRO INDICA: "CONSTRUINDO O LEGADO DOS DIREITOS HUMANOS"


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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

16 DIAS DE ATIVISMO: VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES.DIGA NÃO!

A discriminação por gênero encontra-se presente em praticamente todas as sociedades, independentemente dos traços culturais e religiosos, e dos sistemas políticos e econômicos. As mulheres são discriminadas no mercado de trabalho, apesar de igualmente qualificadas, recebem pagamento inferior no desempenho da mesma função e/ou recebem salários menores porque têm acesso apenas às ocupações pior remuneradas.

Neste sentido, é preciso garantir a instalação de equipamentos sociais, como casa de saúde, delegacias especializadas de atendimento às mulheres, e intensificar nossa ação enquanto sociedade civil para que a lei Maria da Penha seja efetivamente implementada pelos poderes locais e garantir a poli para o fim da violência contra as mulheres, incluindo ações para erradicação da violência em todos os sentidos.

Portanto, o grande desafio dos movimentos sociais e dos poderes públicos, comprometidos com a igualdade e a justiça social, é contribuir para que se eliminem as desigualdades entre homens e mulheres e se fortaleça a autonomia feminina nos diferentes espaços da vida cotidiana.

Entendemos que a diretriz da igualdade de gênero entrou para a agenda das políticas públicas. Em nossas escolas devemos educar crianças, jovens e adultos de diferentes etnias, gêneros e origens sociais e culturais para se tornarem pessoas capazes de desenvolver todo seu potencial na sociedade. Isto só é possível se a igualdade, na diversidade, for estabelecida como parâmetro comum.

Dentre as diferenças, uma das que mais chama atenção é a de gênero. Houve um tempo em que, o que hoje chamamos de preconceito sexista era a norma na sociedade. Homem não chora; lugar de mulher era na cozinha; era ele o responsável por sustentar a casa, enquanto à mulher cabiam os cuidados e a educação dos filhos.

As mulheres foram às ruas, reivindicaram e conquistaram direitos. Aos poucos, a sociedade vem se transformando para que a linha que separa homens e mulheres seja cada vez mais tênue.

É necessário ampliar os referenciais para uma nova pedagogia e um novo projeto político-pedagógico das escolas que entrelace as diversas perspectivas de classe,raça/etnia e gênero,alterando as pautas valorativas que permeiam as interações multifacetadas entre os sujeitos no cotidiano escolar.

 Profª Guilhermina Rocha
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domingo, 5 de dezembro de 2010

ADONIRAN BARBOSA: "O POETA DO BEXIGA"

Adoniran Barbosa, nome artístico de João Rubinato, foi compositor, cantor, humorista e ator. Nasceu em 6 de agosto de 1910, em Valinhos. Neste ano, comemoram-se os 100 anos de seu nascimento.

Rubinato representava em programas de rádio diversos personagens entre os quais, Adoniran Barbosa, o qual acabou por se confundir com seu criador dada a sua popularidade frente aos demais.

Era filho de imigrantes italianos, oriundos da província de Veneza. Aos dez anos de idade, sua certidão de nascimento foi adulterada para que o ano de nascimento contasse como 1910 possibilitando que ele trabalhasse de forma legalizada, com a idade mínima exigida de doze anos.

Teve uma vida difícil – tanto pessoal, quanto profissional. Abandonou a escola cedo. Necessitava trabalhar para ajudar a família numerosa de sete irmãos. Procurando resolver seus problemas familiares, os Rubinatos viviam mudando de cidade.

O compositor e cantor têm um longo aprendizado, um arco que vai de entregador de marmita – seu primeiro ofício – às frustrações causadas pelas seguidas rejeições de seu talento. Quer ser artista e escolhe a carreira de ator. Tenta, antes do advento do rádio, o palco, mais é sempre rejeitado. E assim segue sua sina, dos nascidos em berço pobre, até chegar uma oportunidade.

O que aconteceu em um programa de calouros. Após ser gongado em certa ocasião, retorna ao programa, agora cantando o famoso samba de Noel Rosa, “Filosofia”, que lhe abre as portas das rádios e dá início a uma original carreira artística: um misto de compositor, cantor e humorista – com seu sotaque e maneirismo característicos. Assim deixou sua marca.

A partir de inúmeras experiências em programas radiofônicos, o grande sambista encontra a medida exata de sue talento, resultando em um dos maiores e mais sensíveis intérpretes populares brasileiros.

A se destacar neste original artista está a linguagem com suas construções linguísticas pontuadas pela escolha exata do ritmo da fala, caracteristicamente, paulistana. A escolha perspicaz de tipos humanos, que surgem de suas letras, representa um dos painéis mais importantes da cidadania brasileira. A tragédia de exclusão social emerge de forma tragicômica de suas obras e interpretações.

O seu primeiro sucesso acontece com o clássico Trem das Onze, gravado primeiramente pelo autor em 1951, sem acolhida, sendo regravado pelo conjunto musical de São Paulo conhecido como Demônios da Garoa. Agora, a partir do Rio de Janeiro, então capital da República, o sucesso é retumbante.

Nos últimos anos de vida, com idade avançada e saúde cada vez mais precária, compõe poucas músicas e aparece menos diante do público. Sem perder sua verve de bom humor, deixa para a história da música popular brasileira sua marca registrada, que merecidamente deve ser sempre rememorada.

Em 23 de novembro de 1982, em São Paulo, morre o saudoso Adoniran Barbosa, aos 72 anos de idade.

Diretoria do CEPRO

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JOAQUIM NABUCO: POLÍTICO E ESCRITOR ABOLICIONISTA


Joaquim Aurélio Barreto Nabuco de Araújo, nascido em Recife no dia 19 de agosto de 1849, foi um político, diplomata, historiador, jurista, jornalista e escritor fundador da Academia Brasileira de Letras. Faleceu em Washington, em 17 de janeiro de 1910 – portanto, há um século.

Joaquim Nabuco foi um dos grandes diplomatas do Império, além de orador, poeta e memorialista. Assim como “O Abolicionista” (1883), “Minha Formação” (1900) figura como uma importante obra de memórias, onde se percebe o paradoxo de quem foi educado por uma família escravocrata, mas optou pela luta em favor dos escravos.

Nabuco disse sentir “saudade dos escravos”, pela generosidade deles, em contraponto ao egoísmo do senhor. “A escravidão permanecerá por muito tempo como a característica nacional do Brasil”, sentenciou.

Opôs-se de maneira veemente à escravidão, contra a qual lutou tanto por meio de suas atividades políticas, quanto de seus escritos. Fez campanha contra a escravidão na Câmara de Deputados em 1878 e fundou a Sociedade Antiescravidão Brasileira, sendo responsável, em grande parte, pela Abolição em 1888.

Quanto a sua concepção política, Nabuco era um monarquista e conciliava essa posição política com sua postura abolicionista. Atribuía à escravidão a responsabilidade por grande parte dos problemas enfrentados pela sociedade brasileira, defendendo, assim, que o trabalho servil fosse suprimido antes de qualquer mudança no âmbito político.

Segundo ele, a abolição da escravatura não deveria, no entanto, ser feita de maneira rúptil, ou violenta, mas assentada numa consciência nacional dos benefícios que tal resultaria à sociedade brasileira.

Também não creditava a movimentos civis externos ao parlamento o papel do conduzir a abolição. Esta só poderia se dar no parlamento, no seu entender.

Político influente e cidadão da elite, Nabuco não aboliu sua condição de classe, mas deixou na história o exemplo de que uma grande causa, como a da Abolição, se impõe como situação ética limite, levando a uma necessária tomada de posição.

Nossa abolição inconclusa, no entanto, ainda nos coloca a seguinte questão: Passados mais de um século de libertação dos escravos, como se encontram hoje seus distantes descendentes?

Diretoria do CEPRO

Fonte: Enciclopédia Wikipéia


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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O CEPRO INDICA: LA-TÁ -ROLANDO SAMBA

A Produção do Projeto Cultural Lá-Tá-Rolando, composta por alguns alunos do Curso de Produção Cultural da Universidade Federal Fluminense – Pólo Universitário de Rio das Ostras – PURO – convida você a participar do evento Lá-Tá-Rolando Samba. Informamos que este será o último acontecimento do Projeto no ano de 2010. A intenção é homenagear, no dia do samba, o saudosista Noel Rosa, que este ano comemoraria seu centenário. Assim, teremos a participação da banda “Gig Samba Trio” e Samba de roda com o grupo de capoeira “MULEKI É TU”.

O Palco Aberto já conta com inscrições de grupos, como “Triêro”, “Canalizasom”, entre outras participações de alunos do Pólo.

Vem sambar, quem não samba vem cantar,
quem não canta bate palma, quem não bate palma,
venha bater papo!

Dados do evento:
Dia: 02/12, a partir das 18h
Local: Bar “Parada Universitária” (em frente ao PURO/UFF)
ENTRADA GRATUITA

Se tiver alguma dúvida, entre em contato conosco pelo e-mail
latarolandopuro@gmail.com ou pelo telefone (22) 8811-7042, Matheus Filgueiras.

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O CEPRO INDICA: SEMINÁRIO PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO LOCAL E ECONOMIA SOLIDÁRIA


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DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A AIDS

O Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi criado para relembrar o combate à doença e despertar nas pessoas a consciência da necessidade da prevenção, aumentar a compreensão sobre a síndrome e reforçar a tolerância e a compaixão às pessoas infectadas.

Foi a Assembléia Mundial de Saúde, com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), que instituiu a data de 1º de dezembro. A decisão foi tomada em outubro de 1987. No Brasil, a data passou a ser comemorada a partir de 1988, por decisão do Ministro da Saúde.

A cada ano, diferentes temas são abordados, destacando importantes questões relacionadas à doença. Em 1990, por exemplo, quando a Aids ainda era mais disseminada entre os homens, o tema foi "A Aids e a Mulher". Em 1997, foi a vez de as crianças infectadas serem lembradas. A importância da família e da união de forças também já foram destacadas como importantes aliados da luta contra a Aids.



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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

MESMO COM AVANÇOS, BRASIL AINDA É TERRA DE DESIGUALDADE SOCIAL NO CAMPO


Embora o país apresente má distribuição de terra, políticas para o campo têm avançado
Cerca de 1% dos proprietários rurais detêm 46% de todas as terras brasileiras, ou seja, quase metade do território do País, de acordo com relatório elaborado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), Rede Social de Justiça e Direitos Humanos, Centro de Direitos Humanos Evandro Lins e Silva e Instituto Carioca de Criminologia. Este dado aponta o Brasil como uma das nações com maior desigualdade de distribuição de terra do mundo. Com a intenção de questionar esta realidade e avançar, foi criada a Campanha pelo Limite da Propriedade da Terra: em defesa da reforma agrária e da soberania territorial e alimentar. Como desdobramento, foi realizado um plebiscito nacional que questionou o limite da propriedade de terra e apontou 94% da população a favor de um limite da propriedade de terra. Estas ações são frutos da organização das entidades que compõem o Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo (FNRA).

Esta discussão traz luz à questão agrária brasileira, e de acordo com o integrante da direção nacional da CPT, Dirceu Fumagalli, a luta pela reforma agrá ria é muito mais ampla. “É necessário pensarmos no rompimento com o agronegócio, o fim do latifúndio, uma real regu larização fundiária e investimento na agricultura familiar”, destacou. A má distribuição de terras tem razões históricas no país e envolve aspectos do poder econômico, político e social. Dados do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) revelam que o Brasil possui atualmente 916.518 famílias de trabalhadores rurais vivendo em 8.616 assentamentos da reforma agrária, que ocupam uma área total de 84,6 milhões de hectares. Os projetos de assentamentos estão localizados em mais de dois mil municípios em todo o país.

Ainda falta muito para a reforma agrária, mas áreas fundamentais avançaram, como a agricultura familiar, um dos setores mais produtivos do País. “A função social da terra deve ser considerada a partir de sua produção alimentar e com o agronegócio não estamos produzindo e nem garantindo nossa soberania alimentar. Além disso, o alimento passa a ser comprometido com agrotóxicos e transgênicos”, criticou Fumagalli. Outro ponto importante trata da revisão dos índices de produtividade sobre a capacidade produtiva das atividades agrícolas, estipulados em 1975. O objetivo é que estes dados sejam atualizados com a realidade e segundo o último censo agrário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve aumento da concentração fundiária. “Apesar de termos incorporado tecnologia e avançado consideravelmente, os índices nunca foram recalculados e revisados. Boa parte das grandes propriedades não produtivas poderiam ser destinadas à reforma agrária”, avaliou o enge -nheiro agrônomo e presidente da Fisenge, Carlos Roberto Bittencourt.

O papel da engenharia

A efetivação da lei nº 11.888, que estabelece a política de assistência técnica gratuita é fundamental para os agricultores familiares. “Nós, engenheiros po demos através da transferência de novas tecnologias elevar a renda dos agricultores e também desenvolver ações multidisciplinares envolvendo questões em diversas áreas do conhecimento, como por exemplo: ambiental, cultural, político, econômico e social”, sugeriu a engenheira Alméria Carniato, que já representou a Fisenge no FNRA.

Para avançar na reforma agrária, é preciso:

Soberania alimentar e direito ao território e à terra são bandeiras fundamentais na luta pela reforma agrária

• Fortalecer a agricultura familiar;

• Ampliar a linha de crédito para a agricultura familiar;

• Assegurar assistência técnica publica aos agricultores familiares;

• Adotar um modelo tecnológico compatível com a realidade local e as condições dos pequenos e médios produtores rurais;

• Garantia de crédito produtivo;

• Estímulo à pequena e à média empresa no campo:

• Capacitação do agricultor;

• Ampliar políticas públicas de infraestrutura;

• Fomento á agroindustria;

• Garantia de logística de mercado.


Fonte: Fisenge


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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

O CEPRO MARCOU O DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA COM HOMENAGENS E ATIVIDADES


Neste sábado, 20 de novembro, o CEPRO – Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras – comemorou o Dia da Consciência Negra, em sua 3ª versão.

Como nos dois anos anteriores, um programa de atividades culturais e educacionais marcou esta importante data nacional para lembrar o valioso legado negro para a formação social, econômica e cultural da Nação brasileira.

Compartilharam do evento, principalmente, pais, mães, responsáveis, crianças e jovens, que participam dos projetos e ações desenvolvidas pelo CEPRO no seu cotidiano, e demais convidados.

Na primeira parte do programa, foi exibido um vídeo onde conta uma história cujos personagens trazem à tona os preconceitos que estão presentes no cotidiano de nossa sociedade. Em seguida foi aberto um debate com o objetivo de contribuir para uma consciência em favor da construção de uma sociedade com igualdade de direitos e oportunidades.

A seguir, foi feita uma homenagem a algumas das destacadas personalidades que dedicaram suas vidas à luta visando superar o fosso de exclusão e discriminação ainda existente.

Na segunda parte do programa, foi realizada mais uma Contação de Histórias, atividade já tradicional em tardes de sábado, que contou com a animada participação da criançada. Ali foram apresentadas histórias com a temática da negritude e seus valores.
Para concluir o programa, foi compartilhado entre os presentes um delicioso feijão – talvez o mais popular alimento entre os brasileiros – para, “unindo o útil ao agradável”, provar (em ambos os sentidos) uma das muitas contribuições da cultura africana nos hábitos e costumes deste País, como na linguagem, na culinária, na vestimenta, nas artes etc.

O Dia da Consciência Negra foi instituído pela Lei 10.639, de janeiro de 2003, como lembrança da morte de Zumbi, em 20 de novembro de 1695, líder do Quilombo dos Palmares (Pernambuco). Zumbi foi considerado herói negro por ter arriscado sua própria vida ao extremo para salvar o seu povo da escravidão à época no Brasil.

O CEPRO – Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras – com esta iniciativa tem o orgulho de poder estar contribuindo para a construção de uma outra sociedade, um novo Brasil, mais justo, igualitário e fraterno, sem preconceitos e exclusões.

Diretoria do CEPRO

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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

JOÃO CÂNDIDO: "O ALMIRANTE NEGRO"


João Cândido Felisberto foi um militar brasileiro que se destacou como líder da chamada Revolta da Chibata acontecida em 1910 – cem anos atrás - agora relembrada.

Nascido em 24 de janeiro de 1880, na então Província (hoje Estado) do Rio Grande do Sul, no município de Encruzilhada (hoje Encruzilhada do Sul), João Cândido foi filho dos ex-escravos João Felisberto Cândido e Inácia Felisberto.

João Cândido alistou-se na Marinha do Brasil em janeiro de 1895, aos 14 anos de idade, ingressando como grumete, em dezembro do mesmo ano.

Teve uma carreira extensa de viagens pelo Brasil e por vários países do mundo nos 15 anos que esteve na Marinha de Guerra. Muitas delas foram viagens de instrução. No começo, recebendo instrução e, depois, dando instrução para marinheiros mais novos e oficiais recém-chegados.

Tornou-se muito admirado pelos companheiros marinheiros e muito elogiado pelos oficiais, por seu bom comportamento, e pelas suas habilidades principalmente como timoneiro. Era o marinheiro mais experiente e de maior trânsito entre marinheiros e oficiais, o que o indicava para liderar uma revolta que se avizinhava: a Revolta da Chibata.

O uso da chibata como castigo corporal já havia sido abolido desde o início da República. Todavia, o castigo cruel continuava de fato a ser aplicado, a critério dos oficiais. Centenas de marujos, a grande maioria afrodescendente constituída por negro e mulatos, continuavam a ter seus corpos mutilados pela chibata, como no tempo da escravidão.

Entre os marinheiros insatisfeitos com os baixos soldos, com a má alimentação e, principalmente, com os degradantes castigos corporais, crescia o clima de tensão.

Após várias situações e incidentes, no dia 22 de novembro de 1910, João Candido deu início ao levante - assumindo o comando do encouraçado Minas Gerais e pleiteando o fim dos castigos na Marinha de Guerra brasileira. Foi chamado à época, pela imprensa, como “Almirante Negro”, alcunha pela qual até hoje é homenageado.

Na rebelião, por quatro dias, os quatro navios de guerra apontaram os seus canhões para a Capital Federal. No ultimato dirigido ao Presidente Hermes da Fonseca, os revoltosos declararam: “Nós, marinheiros, cidadãos brasileiros e republicanos, não podemos mais suportar a escravidão na Marinha brasileira.” A rebelião terminou com o compromisso do governo federal em acabar com o emprego da chibata na Marinha e de conceder anistia aos revoltosos.

A história posterior demonstrou a traição e a perseguição que se seguiram contra os revoltosos, incluindo aí principalmente a João Cândido, e só reforçou a figura histórica de sua liderança. Banido da Marinha, João Cândido sofreu grandes privações. Faleceu em 6 de dezembro de 1969, no Rio de Janeiro.

Finalmente, sua memória vem sendo resgatada. Em 20 de novembro de 2008, sua estátua foi transferida dos jardins do Palácio do Catete para a Praça Quinze de Novembro, em grande evento que contou com a presença do Presidente da República , a família de João Cândido e milhares de manifestantes.

João Cândido pode ser considerado como um digno exemplo de herói nacional a ser sempre lembrado.

Diretoria do CEPRO

Fonte: Enciclopédia Wikipédia


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MULHERES VIDA SEM VIOLÊNCIA‏

Uma vida sem violência é direito das mulheres

Esse é o slogan da Campanha 16 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres. Nesta quinta-feira, 25/11, comemora-se o Dia Internacional pela Não Violência Contra a Mulher. Nesta data, em 1960, as irmãs Mirabal, Pátria, Minerva e Maria Tereza, foram brutalmente assassinadas a mando do ditador Rafael Leónidas Trujillo, da República Dominicana. Elas lutavam pelo fim da ditadura, da violência e pela democracia e ele acreditava que eliminando as três irmãs seus problemas acabariam. Mas o efeito foi o contrário e o assassinato delas causou comoção e levou o povo dominicano a se unir contra o ditador, que acabou sendo morto em 1961. O assassinato das irmãs é mais um triste episódio de violência contra a mulher, que infelizmente continua até os dias de hoje.

Entre as formas de violência incluem-se a exploração e o abuso sexual de meninas; estupro; aumento de casos de mulheres com HIV/Aids, principalmente em jovens; abortos praticados em condições precárias que levam à morte da mãe; tráfico de mulheres; além de violência cometida por maridos, namorados, companheiros ou ex.

A boa notícia é que a Secretaria de Políticas para as Mulheres informa que o número de serviços especializados aumentou em 161% no período entre 2003 e 2010. Atualmente, existem 889 serviços especializados - 464 delegacias especializadas de atendimento à mulher, 165 centros de referência de atendimento à mulher, 72 casas-abrigo, 58 defensorias especializadas, 21 promotorias especializadas, e 12 serviços de responsabilização e educação do agressor.

No que se refere à Justiça, foram criados - após a promulgação da Lei Maria da Penha - 89 juizados especializados/varas adaptadas para casos de violência doméstica e familiar. Além da criação, muitos recursos têm sido investidos para o reaparelhamento e a reforma das delegacias especializadas, de centros de referência de atendimento à mulher e de casas-abrigo.


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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

DIA INTERNACIONAL DA NÃO VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES


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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

150 ANOS DE CASIMIRO DE ABREU



Casimiro José Marques de Abreu ou, simplesmente, Casimiro de Abreu, nascido no dia 4 de janeiro de 1839, foi um poeta da segunda geração entre os românticos brasileiros.

Casimiro nasceu na Fazenda da Prata, em Capivary (Silva Jardim). A localidade onde viveu parte de sua vida, Barra de São João, é hoje distrito do município que leva seu nome. Recebeu apenas instrução primária, dos onze aos treze anos, em Nova Friburgo, então cidade de maior porte da região serrana do estado do Rio de Janeiro.

Aos treze anos transferiu-se para o Rio de Janeiro para trabalhar com o pai no comércio. Depois, embarcou para Portugal, em 1853, onde entrou em contado com o meio intelectual e escreveu a maior parte de sua obra. Em 1857, retornou ao Brasil para trabalhar no armazém de seu pai. Isso, no entanto, não o afastou da vida boêmia.

Casimiro foi escolhido para a recém-fundada Academia Brasileira de Letras, tornando-se o patrono da cadeira número seis. Em 1859, editou suas poesias sob o título de Primaveras.

De linguagem simples, espontânea e ingênua, tornou-se um dos poetas mais populares do Romantismo no Brasil. Seu sucesso literário, no entanto, deu-se somente depois de sua morte, que ocorreu em 18 de outubro de 1860, em Nova Friburgo.

Seus versos mais famosos são do poema “Meus oito anos”:

Oh! Que saudades que tenho/ da aurora da minha vida/ da minha infância querida/ que os anos não trazem mais/ Que amor, que sonhos, que flores/ naquelas tardes fagueiras/ à sombra das bananeiras/ debaixo dos laranjais/

Nesta oportunidade, o CEPRO – Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras – homenageia este reconhecido poeta, precocemente desaparecido, e por extensão, o município visinho de Casimiro de Abreu e seus cidadãos e cidadãs.

Diretoria do CEPRO

Fonte: Enciclopédia Wikipédia

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MOSTRA DE DIREITOS HUMANOS NO PONTO



O cinema Ponto Cine promove nos dias 22, 23, 29 e 30 de novembro a Mostra Direitos Humanos no Ponto. Serão exibidos 3 documentários (O Cárcere e a Rua, Juízo e Penas Alternativas), e um episódio do programa Conexões Urbanas, produzido pelo AfroReggae.

A entrada é franca. Os interessados em agendar grupos, favor entrar em contato de segunda a sexta-feira, pelos telefones 3106-9995 ou 3106-0886. Falar com Breno, Priscila ou Vanderson.

Após cada exibição será realizado um debate com representantes dos filmes, da sociedade civil e de órgão públicos. Os temas das discussões serão:

- O sistema carcerário brasileiro
- O jovem e o crime
- A mulher no sistema carcerário
- Penas alternativas como solução

A mediação ficará a cargo de Adailton Medeiros.

A Mostra Direitos Humanos no Ponto tem o patrocínio da Fundação Ford.

O Ponto Cine está localizado no Guadalupe Shopping, na Estrada do Camboatá, nº 2.300, Guadalupe.

Abaixo segue a programação dia a dia. Mais informações, entre em contato  por telefone


MOSTRA DIREITOS HUMANOS NO PONTO - PROGRAMAÇÃO

Dia 22 – 19h

Conexões Urbanas
Debate: O sistema carcerário brasileiro
Debatedores: ROGÉRIO MENEZES (coordenador de projetos – presídios em Bangu, e mediador de conflitos em comunidades)

Dia 23 – 10h

Juízo
Brasil/ 2007/ 90 min. /35mm
Produção: DILER & ASSOCIADOS / NOFOCO FILMES
Direção/Roteiro: Maria Augusta Ramos
Produtor: Diler Trindade
Produtora Associada: Maria Augusta Ramos
Produtor Executivo: Telmo Maia
Produtor Delegado: Geraldo Silva de Carvalho
Diretor de Fotografia: Guy Gonçalves
Som: Pedro Sá Earp/ José Moreau Louzeiro
Montagem: Maria Augusta Ramos/ Joana Collier
Ediçção e Mixagem de Sons: Denilson Campos
Direção de Produção: Henrique Castelo Branco/ Mariana Vianna


Sinopse

Juízo acompanha a trajetória de jovens com menos de 18 anos de idade diante da lei. Meninas e meninos pobres entre o instante da prisão e o do julgamento por roubo, tráfico, homicídio. Como a identificação de
jovens infratores é vedada por lei, no filme eles são representados por jovens não-infratores que vivem em condições sociais similares. Todos os demais personagens de Juízo - juízes, promotores, defensores, agentes do DEGASE, familiares - são pessoas reais filmadas durante as audiências na II Vara da Justiça do Rio de Janeiro e durante visitas ao Instituto Padre Severino, local de reclusão dos menores infratores.Juízo atravessa os mesmos corredores sem saída e as mesmas pilhas de processos vistas no filme anterior de Maria Augusta Ramos, o premiado Justiça. Conduz o espectador ao instante do julgamento para desmontar
os juízos fáceis sobre a questão dos menores infratores. Quem sabe o quê fazer? As cenas finais de Juízo revelam as conseqüências de uma sociedade que recomenda "juízo" a seus filhos, mas não o pratica.

Debate: O jovem e o crime
Debatedores:
DEP. ALESSANDRO MOLON (ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Alerj);
ALAN BORGES (superintendente de políticas para a juventude do Estado – RJ);
NORTON GUIMARÃES (coordenador do projeto Empregabilidade – AfroReggae, que encaminha ex-presidiários, ex-criminosos e pessoas que não tem oportunidade ao mercado de trabalho)


Dia 29 – 19h

O Cárcere e a Rua
titulo original: (O Cárcere e a Rua)
lançamento: 2004 (Brasil)
direção: Liliana Sulzbach
atores: Betânia Fontoura da Silva , Cláudia Maria Rullian , Daniela Caldeira Cabral
duração: 80 min
gênero: Documentário
status: arquivado
gênero:Documentário
produção:Annette Bittencourt, Everson Egas Colossi Nunes, José Pedro Goulart e Ricardo Baptista da Silva
música:Nico Nicolaiewisky
fotografia:Sadil Breda
edição:Ângela K. Pires

Sinopse

Cláudia, presidiária mais antiga e respeitada da Penitenciária Madre Pelletier, deve deixar o cárcere em breve. Assim como Betânia, que vai para o regime semi-aberto, e ao contrário de Daniela, que recém chegou na prisão e aguarda julgamento. Enquanto Daniela busca proteção na cadeia, Cláudia e Betânia vão enfrentar as incertezas de quem volta para a rua.

Debate: A mulher no sistema carcerário
Debatedores: Representante da Pastoral Carcerária


Dia 30 – 10h

Penas Alternativas
Cor/Color 71' :: Brasil - 2008 ::
Direçăo: LUCAS MARGUTTI, JOĂO VALLE
Roteiro: JOAO VALLE
Empresa Produtora: FOCUS FILMS
Produçăo: TUINHO SCHWARTZ
Fotografia: JUAREZ PAVELAK
Montagem: JOAO VALLE, LUCAS MARGUTTI
Música: DANIEL MAZUKA, BRUNO LT

Sinopse

O documentário busca refletir sobre o fracasso do sistema penitenciário brasileiro. Tendo como foco um Centro de Detençăo, um presídio e uma ONG no estado de Săo Paulo, o filme percorre vidas que seguiram destinos diferentes. Pelos depoimentos de indivíduos que foram sentenciados ao regime fechado de encarceramento e dos que realizaram as penas alternativas, mais precisamente a prestaçăo de serviços a comunidade, o documentário apresenta soluçőes para a superlotaçăo carcerária e investiga as finalidades da pena de prisăo.

Debate: Penas alternativas como solução
Debatedores:
JOÃO VALLE (cineasta)
MARIANA GOULART (produtora)
PEDRO DANIEL STROZEMBERG (sub-secretário de Direitos Humanos/RJ)


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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

20 DE NOVEMBRO - DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA

A educação é um ato permanente, dizia Paulo Freire, e neste sentido que é necessário que construamos instrumentos para a construção de uma sociedade anti-racista, que privilegia o ambiente escolar como um espaço fundamental no combate ao racismo e à discriminação racial.

Sabemos das dificuldades, mas avaliamos ser importante dividir este momento com aqueles e aquelas que desejam uma educação verdadeiramente emancipadora , humanista e não racista.

Neste sentido, em atendimento às atuais demandas e necessidades educativas e pedagógicas que emergem das práticas sociais, bem como, o que estabelece a legislação vigente e as políticas públicas, em especial, a implementação das leis 10.639/2003 e 11.645/2007.

Devemos fazer a nossa parte e estamos tentando construir junto com todos e todas novas práticas de respeito ao ser humano. A realização do 3º Encontro Cultural da Consciência Negra em Rio das Ostras, do CEPRO – Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras, que realizar-se-á no próximo dia 20 deve ser incluído como um movimento ainda inicial, porém com o compromisso de reescrever uma história com caminhos sem tantos espinhos.

Os 122 anos que nos separam da Lei Áurea não foram suficientes para resolver uma série de problemas decorrentes das dinâmicas discriminatórias forjadas ao longo dos quatro séculos de regime escravocrata.

Trazendo para nossa atualidade se considerarmos os mapas de escolaridade encontrado no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), bem como os dados na publicação do INSPIR (Instituto Sindical Interamericano pela Igualdade Racial), não precisaremos fazer muito esforço para compreender a extrema necessidade de diminuir a desigualdade sócio-econômicas a que está submetida a população negra ou parda de nosso país, um total de 43,7% da população brasileira.

Por isso, é necessário que problematizemos a questão da diversidade étnico–racial no âmbito do currículo das escolas , tanto quanto afirmar e estabelecer princípios, objetivos, estratégias para o desenvolvimento de práticas da educação das relações étnico-raciais.

Dia 20 de novembro , dia Nacional da Consciência Negra, nos leva a refletir: que tipo de consciência é esta que construímos no decorrer de nossa história?

Profª Guilhermina Rocha
Especialista em Educação e Historiadora
Presidente do CEPRO

 
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