quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Saúde Pública de qualidade: dever do Estado e direito de todos(as)

Conforme nossa Constituição Federal (1988) em seu artigo 196: “A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantindo mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doenças e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para a sua promoção, proteção e recuperação”.
Apesar de saúde e medicina não serem minhas áreas de profissão e de conhecimento, vou tratar do tema a partir do ponto de vista de cidadã usuária dos serviços de saúde e atenta às necessidades da população quanto às políticas públicas.
Feita a ressalva, registro a importância dos espaços de debate e interlocução, como esse da 8ª Conferência Municipal de Saúde de Rio das Ostras, realizada nos dias 25, 26 e 27 deste mês, tendo como tema: “Planejamento, Promoção e Prevenção. Fortalecendo a Integralidade na Saúde”.
Tratar de saúde, hoje, como de muitas outras questões, exige uma abordagem multidisciplinar, que extrapola os limites e objetivo deste texto. Entendo que saúde tem relação com educação, nutrição, saneamento, economia, trabalho, política, entre outros. Principalmente, com esta última.
Quando se fala em política pública de saúde tem-se em mente a ideia mais geral de bem-estar da população. Envolve, para isso, toda uma gama de fatores que vão desde construção de hospitais e postos de saúde até a formação e valorização dos profissionais de saúde, passando por campanhas preventivas, distribuição de remédios, ambulâncias e UTIs móveis, dentre tantos outros.
Salta aos olhos que tudo isso exige muita organização e gestão, mas principalmente altos recursos financeiros. E é aqui que começam os problemas.
De boas intenções e de promessas o povo está escaldado e não suporta mais os discursos demagógicos de sempre. Ainda mais que 2010 está chegando e, sendo ano eleitoral, é tempo dos políticos tradicionais – que só aparecem para pedir nossos votos – saírem à cata de incautos. Devemos desde já estar atentos.
Neste sentido, essa permanente busca do bem-estar físico, mental e social é o mister de todo sistema de saúde e, por consequência, dos seus responsáveis, incluindo seus gestores e seus profissionais.
E por falar em profissionais de saúde, sem uma política de valorização, que inclua formação, plano de carreira e salários dignos, não há como fazer “rodar a roda”, pois são esses profissionais que estão “na ponta” em contato direto com a população, que carece e merece atenção.
Outro aspecto de maior relevância é o fenômeno da mercantilização da saúde. Como vivemos em uma sociedade capitalista, onde o que importa em primeiro lugar é a realização do capital, as necessidades básicas do ser humano ficam em segundo plano, salvo se este dispuser de recursos.
Vivemos, neste mundo globalizado da era neoliberal, o paraíso do lucro, e que o digam as empresas privadas de saúde, os laboratórios farmacêuticos e as grandes redes de farmácias.
Daí a importância de um sistema público de qualidade para todos e todas, pois os mais necessitados não tem como pagar pelos exorbitantes preços das consultas, exames e remédios.
Registro que tudo aqui falado é sobejamente conhecido, em especial, pelos que mais necessitam de um atendimento médico e que, muitas vezes, não logram obtê-lo.
Este é mais um dos grandes paradoxos deste nosso grande país. Tão rico e próspero para alguns, mas desigual para a maioria que carece de direitos básicos, como é o caso da saúde.
Por fim, saúdo a iniciativa da população, das associações de moradores e dos profissionais da saúde do hospital de Barra de São João que estarão no dia 01 de outubro, às 10 horas, dando um abraço no Hospital em defesa da Saúde Pública para quem tanto necessita.
Por tanto, não devemos desistir e deixar de fazer a nossa parte. Como tenho dito e repetido com insistência:

Resistir, sempre! Desistir, Jamais!


Profª Guilhermina Rocha
Especialista em Educação e Historiadora
Presidente do CEPRO
Colunista do Jornal Razão - Rio das Ostras
Email: guilherminarocha@oi.com.br

CEPRO – Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras
Avenida das Flores, nº 394 – Bairro Residencial Praia Âncora
Rio das Ostras – RJ
Telefone: (22) 2760-6238 / (22) 9834-7409
E-mail: cepro.rj@gmail.com
Blog: http://cepro-rj.blogspot.com

CEPRO – Um projeto de cidadania, educação e cultura em Rio das Ostras

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Comemoração do 1º Aniversário do CEPRO


Convidamos nossos queridos amigos e amigas para comemorar nesta sexta-feira, dia 18 de setembro de 2009, às 19 horas, na sede do CEPRO, o 1º aniversário do CEPRO.
No dia 30 de maio de 2008, fundamos o CEPRO – Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras. Depois de um ano de trabalho, podemos hoje reafirmar que o sonho se tornou realidade.
O CEPRO tornou-se uma referência em nossa cidade de Rio das Ostras. Em um ano de existência nossos projetos são reconhecidos, principalmente, pelo compromisso social e cidadão com a população mais desfavorecida.
Neste sentido, nossos princípios que tem como pilares: a Cidadania, a Cultura, a Arte, a Educação, o Meio Ambiente, a Infância, a Juventude e os Direitos Humanos. Mantém sua missão de criar um mundo mais, fraterno, justo e humano para todas e todos.
Temos a certeza que contamos com você.

CEPRO – Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras
Avenida das Flores, nº 394 – Bairro Residencial Praia Âncora
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terça-feira, 15 de setembro de 2009

Aniversário de Casimiro de Abreu





Há 170 anos, nascia em Barra de São João, bucólico distrito da cidade fluminense de Casimiro de Abreu, o poeta que dá o nome a cidade, Casimiro José Marques de Abreu, que foi contemporâneo a segunda fase do Romantismo Brasileiro.
A cidade está em festa pois além da feliz memória de seu poeta maior, também está comemorando seu 150º aniversário. Fundada em 15 de setembro de 1859, Casimiro de Abreu é uma cidade que faz fronteira com os municípios de Rio das Ostras, outrora seu distrito, Silva Jardim, Cabo Frio, Nova Friburgo e Rio Bonito.
A história da cidade e do poeta se confundem, não apenas pelo nome, o pai de Casimiro era um rico fazendeiro, sua propriedade era conhecida como Fazenda Indaiaçu, antigo nome da cidade, que foi alterado para homenagear o poeta.
Casimiro de Abreu, que é o patrono da Cadeira número 6 da Academia Brasileira de Letras, escreveu o célebre poema Meus oito anos:

Oh que saudades que tenho
da aurora da minha vida,
da minha infância querida
que os anos não trazem mais

Que amor, que sonhos, que flores,
naquelas tardes fagueiras,
a sombra das bananeiras,
debaixo dos laranjais...

Além de poeta, foi colaborador de diversos jornais da época como O Progresso, Correio Mercantil, onde conheceu os escritores Manuel Antônio de Almeida e Machado de Assis, amistosamente chamado de Machadinho. Anteriormente em Portugal, conheceu o também renomado poeta português Alexandre Herculano.
Casimiro de Abreu morreu jovem, aos 21 anos, vítima da tuberculose, em 18 de outubro de 1860.
Para comemorar a efeméride a Prefeitura de Casimiro de Abreu iniciou neste sábado um sem número de eventos, com destaque para o desfile cívico, o concurso leiteiro e grandes shows com artistas diversos. Para relembrar o poeta, foi organizada uma exposição pela equipe do Centro de Memórias da Fundação Cultural. A mostra reunirá, entre os dias 11 e 15 de setembro, no Parque de Exposições e Eventos, diversas edições do livro mais clássico do poeta, “Primaveras”, réplicas de manuscritos, jornais da época, uma réplica de um desenho feito por Casimiro retratando a Batalha de Waterloo (nas guerras de Napoleão Bonaparte) e a cópia de uma correspondência entre Casimiro e Machado de Assis.
O CEPRO – Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras – parabeniza a bela cidade em festa e lembra que nós riostrenses também somos um pouco casimirenses. Afinal tal pai, tal filho...

CEPRO – Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras
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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Comunicação e Democratização


A realização da 1ª Conferência de Comunicação do Norte Fluminense neste último fim de semana nos enseja uma breve reflexão sobre o assunto.
Mas antes registro que desde 2003, no Brasil, estão sendo realizadas mais de 60 Conferências Nacionais sobre as diversas políticas públicas, com destaque para a de Comunicação, prevista para o final deste ano, e a de Educação, para o primeiro trimestre de 2010.
Os novos tempos estão por exigir outra relação entre Estado e sociedade, tendo na democracia participativa o principal instrumento de intervenção e construção de um projeto de desenvolvimento sustentável para este País.
Sobre o tema “Comunicação” é oportuno frisar o fato de o homem ser ao mesmo tempo produto e criador de sua sociedade e sua cultura. Para além do meio ambiente físico que o rodeia, o homem é condicionado, sobretudo, pelo meio ambiente social. Daí a importância, tanto da educação, quanto da comunicação.
É o caso de se perguntar: Será que a comunicação “social”, da maneira como se dá em nossa sociedade, corresponde aos anseios e necessidades das pessoas reais? Os meios de comunicação ajudam os cidadãos e as cidadãs na compreensão de sua realidade e na sua tomada de decisões? Estes meios possibilitam situações de autêntico diálogo e encontro? Estimulam também a capacidade crítica e criativa dos seus “consumidores”? Oportunizam o questionamento das estruturas sociais e de regimes políticos, que não se coadunam com os ideais de liberdade e de solidariedade, além de não atenderem às necessidades basilares de sua população?
Estas e outras questões nos permitem constatar, salvo melhor juízo, que os meios de comunicação, como são organizados e manejados, com raras exceções, parecem muito mais interessados no lucro, no poder e no domínio do que na construção de uma sociedade igualitária, solidária e participativa, onde as pessoas possam realizar plenamente o seu potencial humano.
Ao contrário, a lógica implementada pela mídia hegemônica e conservadora tenta desviar a atenção do povo dos seus problemas de base, com programas, filmes e novelas isentos de qualquer valor educativo e conscientizador.
A programação prima pelo tradicional “pão e circo” com vistas a embotar o senso crítico e estético da população, em especial daqueles mais vulneráveis à doutrinação consumista e mercantilista, bem ao gosto da indústria cultural dominante.
Conhecer melhor como se dá a comunicação “social” nas suas diferentes formas – jornais, rádios, TVs, internet etc. – pode contribuir para que as pessoas adotem posições mais críticas e propositivas em relação ao mundo a sua volta, superando os condicionantes de alienação.

Profª Guilhermina Rocha
Especialista em Educação e Historiadora
Presidente do CEPRO
Colunista do Jornal Razão - Rio das Ostras


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terça-feira, 8 de setembro de 2009

Brasil, Terra de contrastes

“O pólo de referência das esquerdas, em torno do qual precisam se unir, é somente um: os direitos dos pobres”.
Frei Betto

Desde nossos tempos de estudantes das primeiras séries, ouvíamos de nossas professoras referências a este país chamado Brasil. Através de histórias, cantigas, hinos, dentre outras expressões, passamos a conhecer nosso País, quase sempre enaltecido por menções ufanistas. Nosso Hino Nacional, por exemplo, é prenhe em grandiloquências: “gigante pela própria natureza”... “deitado eternamente em berço esplêndido”...
O mundo tem cerca de duzentas nações e Brasil sempre esteve entre as 15 mais ricas. No entanto, ocupa o primeiro ou segundo lugar em desigualdades sociais. Os tempos de “Casa Grande e Senzala” deixaram ecos até os dias de hoje: miséria e opulência coabitam os mesmos espaços – cidades, bairros e até casas.
De um lado, viceja a fartura do agronegócio, da indústria automobilística, do lucro exorbitante dos bancos e, de outro, deteriora a minguada vida dos mais pobres, dos sem-terra, dos sem-teto, dos sem-nome. Será que os mais ricos estariam dispostos a abrir mão de parte de suas riquezas em benefício dos mais necessitados, para diminuir a miséria?
Enquanto esta pergunta se mantém sem resposta, mantém-se também o status quo com o aprofundamento das disparidades sociais. Não basta combater e superar a pobreza se o fosso entre os ricos e os pobres continua inalterado.
O Brasil muitas vezes chamado de “celeiro do mundo” nem sempre o é para o seu próprio povo. Se houve inegáveis avanços nos últimos anos, ainda persistem os bolsões de pobreza, inclusive no perímetro urbano de importantes metrópoles.
Muitos especialistas relacionam este quadro crônico de carências ao atual estado generalizado de violência, na cidade e no campo. Mesmo com a relativa recuperação da economia e conseqüente diminuição do desemprego, ainda falta ao capitalismo cumprir sua eterna promessa de pleno emprego – sem seu “exército de reserva”. Não será com atual crise que o capitalismo, na sua vertente neoliberal, resolverá este quadro insolúvel.
Para não cair num ceticismo inconsequente, admito que parte da solução virá, como tenho ressaltado nesta coluna, dos próprios injustiçados e necessitados. A exemplo dos movimentos populares e sociais – como o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) – que põem em xeque os paradoxos do nosso país, precisam os cidadãos e as cidadãs tomar para si está inadiável decisão de construir uma sociedade sem oprimidos e opressores.


Profª Guilhermina Rocha
Especialista em Educação e Historiadora
Presidente do CEPRO
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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Rádio MEC: “A Rádio da Música Clássica do Brasil”




“Sem música, a vida seria um erro”
Nietzsche


É fato, mais do que notório, que no dia 7 de setembro se comemora a Independência do Brasil. O que talvez não seja do conhecimento do grande público é que esta data marca também o aniversário da Rádio MEC (Música, Educação e Cultura).
Especializada na Música Clássica, sua programação também, revela alto padrão e gosto no que respeita ao repertório popular, nacional e estrangeiro.
Sua longevidade – a Rádio MEC está comemorando seus 73 anos de existência – se deve, sem dúvida, ao compromisso e competência dos seus responsáveis, produtores, técnicos e funcionários.
A Rádio MEC, sendo uma das pioneiras na radiodifusão nacional, tem consolidado uma história a serviço da cultura e da educação.
A Rádio MEC, fazendo hoje parte da EBC (Empresa Brasileira de Comunicação) tem uma programação voltada para vários gostos e interesses, 24 horas por dia. Suas faixas de sintonia são: 98,9 MHz no dial da FM (Frequência Modulada) e 800 KHz no dial da AM (Amplitude Modulada).
Agora é sintonizar e apreciar. Veja – e ouça – se o célebre filósofo alemão, Nietzsche, tinha ou não tinha razão. Confira!
O CEPRO – Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras – no seu trabalho de divulgação da cultura, não poderia deixar de prestar esta justa e merecida homenagem.
Parabéns, Rádio MEC!

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terça-feira, 1 de setembro de 2009

Britânicos na América em 1499


Final do século XV, um Novo Mundo estava sendo descortinado. Europeus navegavam de lá para cá, tal como fazem as rotas aéreas mais frequentes. Os principais reinos que para cá se dirigiam foram os de Portugal e da Espanha, garantidos pelo Tratado de Tordesilhas que dava aos seus soberanos a posse das novas terras. Ingleses, franceses, holandeses e outros também queriam sua fatia no bolo que logo se chamaria América.
Os primeiros britânicos que navegaram em direção ao Novo Mundo chegaram apenas sete anos após Cristóvão Colombo, navegador genovês a serviço da Espanha, ter desembarcado na atual América Central em 1492. Uma carta encontrada só agora revela tal descoberta, segundo o jornal inglês “Daily Mirror”.
Escrita pelo rei inglês Henrique VII, há 510 anos, ela sugere que um comerciante de cidade de Bristol, William Weston, partiu em direção à América em 1499. Acreditava-se que a primeira expedição inglesa teria sido a de Robert Thorne e Hugh Eliott em 1502.
Na carta, o rei instrui seu chanceler a suspender um mandado judicial contra Weston porque “ele em breve e com a graça de Deus, passará e navegará para buscar e encontrar, se conseguir, a nova terra”.
Doutor Evan Jones, do Departamento de História da Universidade de Bristol, acredita que essa foi provavelmente a primeira tentativa de encontrar a passagem Norte-Oeste, a rota marítima pela América do Norte para o Oceano Pacífico.
“A carta de Henrique é emocionante porque tão pouco se sabe sobre as primeiras expedições inglesas de descoberta. Ninguém tinha ouvido falar de William Weston até a carta revelá-lo como o primeiro inglês a liderar uma expedição à América”, revela o Dr. Jones.
A carta apareceu por acaso. Ela foi encontrada em 1981 e encaminhada ao historiador David Beers Quinn. Ele não a publicou, preferindo esperar que a historiadora Alwyn Ruddock divulgasse uma pesquisa sobre o explorador John Cabot.
Em seu testamento, Alwyn pediu que todos os seus escritos fossem destruídos, o que motivou Jones a tentar saber o que ela havia descoberto.

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