quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

11 de Fevereiro - Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência

 


Hoje, dia 11 de Fevereiro, é celebrado internacionalmente o Dia de Mulheres e Meninas na Ciência. Cada vez mais as mulheres ocupam os espaços de produção científica na nossa sociedade e é fundamental valorizar nossas cientistas para um mundo mais justo e igualitário. Parabéns para todas as mulheres e meninas cientistas! ✊🏼👩‍🔬🧪

quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

28 de janeiro | Dia Nacional do Combate ao Trabalho Escravo

 Hoje, dia 28 de janeiro, é o Dia Nacional do Combate ao Trabalho Escravo. 

A escravidão no Brasil deixou marcas profundas, culturais, raciais e de classe. Esse ano completarão 133 anos desde a abolição da escravatura no Brasil. Ainda, só durante o primeiro ano da COVID19, 942 foram resgatadas após serem identificadas como trabalhadores escravizados. 

Ou seja, a luta contra o trabalho escravo no Brasil é extremamente atual. Nós do CEPRO lutamos em defesa da vida e dos direitos humanos.



sábado, 16 de janeiro de 2021

VACINA PARA TODOS JÁ!

 O CEPRO tem como uma de suas principais lutas a defesa dos direitos humanos. A defesa da vida é a principal no último período, já que estamos vivendo em meio a uma pandemia e nossa população está sofrendo inúmeros ataques aos seus direitos. 

A vacina é a garantia da segurança coletiva e da contenção no aumento do número de brasileiros(as) mortos. Já perdemos 200 mil vidas somente no Brasil. Em alguns estados, a contaminação ainda está aumentando. Não podemos aceitar perder mais vidas. 

Por isso lutamos para que a Vacina seja para todos, gratuita, pública e oferecida pelo SUS! 

#VacinaParaTodosJá



quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

14 de janeiro - Dia Mundial do Imigrante e Refugiado



No dia de hoje, que possamos refletir sobre a necessidade de acolher e cuidar uns dos outros. Que os Direitos Humanos estejam acima das diferenças culturais e possamos conquistar dignidade para todos(as).

2 anos e 10 meses sem Marielle Franco.

"Quantos mais vão precisar morrer para que essa guerra acabe?" foi a frase que Marielle colocou em suas redes sociais um dia antes de ser assassinada, se referindo a violência nas comunidades do Rio de Janeiro. 


A vereadora eleita da capital do RJ e moradora da Maré denunciava a violência policial constantemente e sua principal bandeira eram os Direitos Humanos. 


Hoje, 2 anos e 10 meses depois do assassinato de Marielle, ainda não sabemos quem foi o mandante do assassinato e suas motivações. 


Continuaremos lutando para que a justiça seja feita. Marielle Vive!



terça-feira, 12 de janeiro de 2021

#CadêasCriancasdeBelfordRoxo

 Lucas Matheus, 8 anos

Alexandre da Silva, 10 anos

Fernando Henrique, 11 anos

Três meninos pretos e pobres, desaparecidos desde o dia 27 de dezembro, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. O Ano Novo não pôde ser celebrado por essas três famílias. Já são 15 dias de espera, dor e nenhuma pista.

Qual seria a reação se fossem crianças brancas, de classe média, filhas de “gente importante” ou moradoras de bairros ricos?

Por favor, se você que estiver lendo e compartilhando essa postagem souber de algo, ajude. Denuncie! #CadêasCriancasdeBelfordRoxo




segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Toda solidariedade!

 


Na ausência de solidariedade humanitária por quem deveria institucionalmente assim proceder, só nos resta consolarmo-nos uns aos outros

#cepro_rj

#ceproriodasostras

#covid19

sábado, 31 de outubro de 2020

No Brasil é Dia do Saci!

  


 

A festa de origem anglo-saxônica, levada para os EUA no século XIX chegou até aqui e ficou conhecida como o Dia das Bruxas. No Brasil a festa com características americanas ganha cada dia mais força entre os jovens, que promovem festas à fantasia para curtirem a data mesmo sem entender o porquê, sem nenhuma ligação com as nossas raízes culturais.  

 

Na tentativa de valorizar o folclore nacional e diminuir a influência da cultura americana, em 2003 institucionalizaram  o dia 31 de outubro como o Dia do Saci. A comemoração anual do “Dia do Saci” permite um contato com a variedade e a beleza das tradições do nosso povo, fortalecendo assim o processo de consolidação da identidade nacional. Criar, na mesma data, o “Dia do Saci” é, portanto, uma forma de se oferecer à juventude brasileira a alternativa de festejar as manifestações de sua própria cultura.

 

Há quem diga que a lenda do Saci surgiu no sul do Brasil, em meados do século XVIII, onde as histórias populares contam as travessuras de um pequeno índio de rabo que assustava os animais e destruía plantações. A figura do saci vem da mitologia africana que aqui se transformou em um menino negro que perdeu a perna lutando capoeira, que ganhou um cachimbo e um gorrinho vermelho, de influência européia, transformando-se em nosso Saci Pererê. Com toda essa mistura, resultou num moleque brincalhão e travesso que se diverte com animais e pessoas. Gosta de causar transtornos escondendo objetos. 

 

Assim a Comissão de Educação e Cultura elaborou o Projeto de Lei Federal nº 2.479, de 2013, que institui o 31 de Outubro como sendo o Dia do Saci. Muitas cidades brasileiras, como São Paulo, já instituíram a data. Ao invés de sair pelas ruas fantasiado com as roupas típicas do Halloween norte-americano, no Dia do Saci as pessoas podem optar por fantasias que caracterizem os seres sobrenaturais do folclore brasileiro, como o Saci-Pererê, a Matinta Pereira, o Curupira, a Caipora, entre outros.

 

Para fortalecer a data aqui no Brasil podemos incentivar algumas atividades para partilhar com as crianças o Dia do Saci, como contar histórias sobre a lenda do Saci-Pererê, fazer uma peça de teatro com o Saci-Pererê como personagem principal, fazer desenhos do Saci e das demais figuras mitológicas da cultura brasileira.

#cepro_rj

 CEPRO

 

 

Livros infantis destacam importância dos direitos humanos às crianças

 Livros infantis destacam importância dos direitos humanos às crianças

 

A Redação

Goiânia - 
A discussão sobre direitos humanos não precisa (e nem deve) ser papo apenas para adultos. Pensando nisso, uma série de livros foram publicados para que a abordagem sobre o tema esteja presente também no cotidiano das crianças. 

 
Uma lista reproduzida nesta segunda-feira (26/10) pelo blog Brasil Post, assinado por Andréa Martinelli, traz boas opções de leitura. Os títulos destacam a importância da conversa sobre direitos humanos com textos leves e de fácil compreensão para crianças. Veja a lista:

1 - Malala - A menina que queria ir para a escola

No primeiro livro-reportagem destinado ao público infantil, a jornalista Adriana Carranca relata às crianças a história da adolescente paquistanesa Malala Yousafzai, baleada por membros do Talibã aos catorze anos por defender a educação feminina. Na obra, a repórter traz suas percepções sobre o vale do Swat, a história da região e a definição dos termos mais importantes para entender a vida desta menina tão corajosa

2 - A esperança é uma menina que vende frutas

Viajando de trem para uma cidade grande, uma garota sobe em seu beliche, silenciosa mas com olhos que parecem dizer muitas coisas, e permanece ali, sem comida e companhia. É com essa recordação que Amrita Das inicia este livro, resultado de uma oficina de texto e ilustração que cursou em Chennai, na Índia. Como uma das mais importantes representantes da arte folclórica indiana chamada Mithila, a artista aproveita este espaço para falar sobre as dificuldades de uma infância pobre, a vida das mulheres na Índia, a luta pela liberdade em uma sociedade patriarcal, entre outros assuntos que, de uma forma ou de outra, dizem respeito a todos nós. Através de belas palavras e imagens, ela apresenta a sua história e dissemina um pouco da esperança que parece acompanhar sua arte. 

3 - O que é a Liberdade?

Para muitos, o passarinho é um símbolo da liberdade. Mas será que ele se sente livre mesmo? E afinal, o que é a liberdade? Foi pensando nesse conceito tão difícil de compreender que Renata Bueno escreveu este livro recheado de diálogos curiosos entre um passarinho e personagens como um lápis, um camaleão, um espelho, um mágico... As respostas poéticas de cada um deles sobre o que é a tal da liberdade vão fazer tanto o passarinho quanto os leitores perceberem que essa sensação pode ser diferente para cada um de nós — e nem por isso menos autêntica.

4 - Flicts
Em Flicts, Ziraldo conta a história de um mundo que é feito de cores, mas nenhuma é Flicts. Uma cor rara, frágil, triste, que procurou em vão por um amigo. Abandonada, Flicts olhou para longe, para o alto, e subiu, e teve que sumir, para finalmente encontrar-se.

5 - Acompanhando meu pincel

Ao percorrer as delicadas e vibrantes ilustrações nas páginas deste livro, o leitor fica conhecendo a história de como a sua autora, a indiana Dulari Devi, se tornou uma artista. Nascida em uma família pobre, de tradição pescadora, ela precisou trabalhar na infância, ajudando a mãe na plantação de arroz, cuidando dos irmãos mais novos em casa, fazendo trabalhos domésticos para os vizinhos. O que mais gostava de fazer, no entanto, era parar no caminho para ver as outras crianças brincarem.

6 - A diaba e sua filha
Todos os dias, ao anoitecer, uma diaba de pele escura, olhos brilhantes e roupas muito limpas sai pelas ruas da cidade, batendo de porta em porta, em busca de sua filha perdida. Prestes a ajudá-la, as pessoas reparam que ela tem cascos negros e delicados no lugar dos pés e imediatamente a expulsam de suas casas, apagando as luzes até que se afaste. Ao narrar esse conto de mistério, antes uma alegoria sobre nossos próprios medos e preconceitos, a autora coloca bem e mal, humanidade e demônios, nós e os outros na mesma página, nos desafiando a buscar qualquer traço de humanidade dentro de nós mesmos.

7 - A Bela Desadormecida
Quando Belinha nasceu, seus pais deram uma grande festa e chamaram todo o mundo, menos a bruxa. Mas ela compareceu mesmo sem convite e levou como presente uma maldição: ao completar catorze anos, Belinha seria picada no dedo e, nesse instante, ela e todos os que estivessem por perto dormiriam um século. Os pais de Bela passaram catorze anos evitando que a filha se aproximasse de objetos pontudos ou cortantes. Mas o que aconteceu quando chegou o dia tão temido? É para esse momento que converge toda a emoção da história. O desenlace, como se verá, é adequado à época em que Belinha vive: ela é uma menina da metrópole, mora num apartamento e gosta de rock. As ilustrações, que têm um colorido pouco habitual nos livros infantis, colaboram para que nada seja adocicado nessa Belinha que desadormece, ainda que nela se espelhe a doçura dos contos de fada. 

8 - A História de Júlia - E sua sombra de menino
Os pais de Júlia a criticam muito, sempre dizendo que ela se parece com um menino, no jeito, nas rouaps etc. Numa manhã, a garota percebe que sua sombra adquire o formato de um garoto, repetindo todos os seus gestos. Júlia se sente triste e acaba questionando sua própria identidade. 

9 -
 É tudo família!
Davi tem um três-quartos-de-pai que ele adora. Carla e Maurício têm duas mães e dois pais. Carolina está muito triste e não quer ter outra mãe. Paula ganha duas festas por ano: a de aniversário e a de dia da chegada. O pai de Maurício chama-o de pituquinho. Lucinha tem a voz igualzinha à da mãe. Porém, todos têm algo em comum: pertencem a uma família, e toda família é única!

10 - O nascimento de Celestine
O nascimento de Celestine ocupa um lugar especial na obra da artista belga Gabrielle Vincent (1928-2000), criadora da série de álbuns ilustrados Ernest e Celestine, que conta com admiradores em todo o mundo - e já inspirou um longa-metragem de animação de mesmo nome, finalista do Oscar 2014. Neste livro de imagens, com delicadas ilustrações a pincel e tinta sépia, a autora narra a história de como Ernest, um urso solitário e de bom coração, encontrou a ratinha Celestine - e de como ambos se tornaram companheiros inseparáveis. Um clássico sensível e comovente, que praticamente dispensa as palavras, e toca direto o coração do leitor. 

11 - O mundo no black power de Tay'o
Tayó é uma princesinha que chega em forma de espelho para que outras princesinhas se mirem, se reconheçam e cresçam, cumprindo a única missão que nos foi dada, ao virmos viver neste planeta: a de sermos felizes.
 
 
12 - Um outro país para Azzi
A partir do olhar da menina Azzi, este livro retrata uma família do Oriente Médio, que se vê obrigada a fugir quando a guerra começa a afetar sua rotina. “Às vezes, o barulho das metralhadoras nos helicópteros era tão alto que as galinhas ficavam assustadas e paravam de botar ovos”, conta a protagonista, nessa narrativa ricamente ilustrada, revelando sua perspectiva da aproximação do conflito. 
 
13 - Crianças como você
Celina, do Brasil, Ji-Koo, da Coréia do Sul, Houda, do Marrocos, Meena, da Índa, Esta, da Tanzânia... Crianças de verdade falam e escrevem sobre sua vida e seu jeito de ser. Surpreendente e emocionante, este livro é um marco. Ele faz uma viagem pelas diferentes culturas do mundo e mostra o cotidiano das crianças nos mais variados países. Editado em associação com o Unicef, Fundo das Nações Unidas para a Infância.
 
FONTE : AR. a redação 

CEPRO - Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras.

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