quinta-feira, 15 de setembro de 2011

II Seminário: “O DIREITO À FAMÍLIA DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES”


A Frente Parlamentar pela Adoção do Congresso Nacional, a Frente Parlamentar Pró-Adoção da ALERJ e a Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção – ANGAAD têm a satisfação de convidar os operadores do direito, psicólogos, assistentes sociais, conselheiros tutelares e de direitos, educadores, religiosos, estudantes e demais interessados para o


II Seminário: “O DIREITO À FAMÍLIA DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES”
Dia: 16 de setembro de 2011, sexta-feira
Local: Auditório da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, Rua Primeiro de Março,
Horário: 9h às 13h.


PROGRAMAÇÃO:

9h: Abertura Oficial:

9h30: Obstáculos jurídicos e sociais adoção e à convivência familiar e comunitária

12h: Visita a uma instituição de acolhimento de criança e adolescente.

Informações: (21) 2232-6329 (Cilene), 9230-4973 (Erivelton) e 8877-1913 (Olavo)

2220-9567 (Leni), 2588-1290 (Leandro Sarzedas) e 2613-2042 (Bárbara Toledo)


Presenças confirmadas dos Senadores Aécio Neves e Lindbergh Farias e dos Deputados Federais Alessandro Molon e Gabriel Challita


Senador LINDBERGH FARIAS e Deputado Federal ALESSANDRO MOLON
Coordenadores Adjuntos da Frente pela Adoção do Congresso Nacional


Deputado SABINO
Coordenador Frente pela Pró-Adoção da ALERJ


BÁRBARA TOLEDO
Presidente da Angaad


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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

PLANO NACIONAL DE ENFRENTAMENTO AO TRÁFICO DE PESSOAS

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DEMOCRATIZAÇÃO DA COMUNICAÇÃO E DA CULTURA


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DIA MUNDIAL DE LIMPEZA DO LITORAL


A Associação Ambientalista Defensores da Terra, em parceria com o Instituto Ecológico Aqualung e apoio do Sindicato das Seguradoras/RJ, convoca os associados, amigos e voluntários para participarem do Dia Mundial de Limpeza do Litoral - Clean Up The World, que será realizado neste sábado, dia 17 de setembro, às 10h, na Praia de Copacabana (em frente ao Hotel Marriot)

De acordo com a Aqualung, são mais de 125 países mobilizando 35 milhões de voluntários, simultaneamente, em todo o globo para a ação deste ano. No Brasil, a expectativa é de que 8.000 voluntários participem da ação.

Conforme acontece há 8 anos, montaremos nossa tenda na Praia de Copacabana, em frente ao Hotel Marriot (esquina com rua Santa Clara) e participaremos das atividades de limpeza do litoral recolhendo o microlixo, aquele que escapa à atenção das empresas de coleta de lixo urbanas e que ficam no ambiente das praias contaminando a fauna e a areia, e poluindo as águas marinhas. Todo o lixo coletado será doado a instituições de reciclagem e cooperativa de catadores. E o relatório sobre os resultados desta atividade será encaminhado a ONU.

Esta atividade visa chamar a atenção do público frequentador das praias sobre os malefícios originados no lixo deixado na areia, que além de contaminar a natureza, também polui os mares e mata os animais marinhos, que ingerem grandes quantidades de polímeros (resíduos de plástico). Assim, queremos conscientizar as pessoas de que é necessário e imperativo mudar as atitudes.

Nos encontramos lá!

Outras informações: (21) 2524-7931 e 2524-5809/E-mail: defterra@veloxmail.com.br

Data: 17 de setembro de 2011 (sábado)

Hora: 10h
Local: Praia de Copacabana, em frente ao hotel Marriot (próximo à rua Santa Clara)







 
 
 
 
 
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PROJETO RUA LIMPA , CIDADE LIMPA


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LANÇAMENTO DO LIVRO: SEGREDOS DA BOA APARÊNCIA



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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

8ª SEMANA NACIONAL DO PEIXE É ABERTA EM NITERÓI

Objetivo é divulgar os benefícios do peixe para a segurança alimentar

O secretário de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Rodrigo Neves, participou neste domingo, dia 11 de setembro, da abertura da 8ª Semana Nacional do Peixe, realizada no Mercado São Pedro, em Niterói. Na ocasião, Neves ressaltou a importância do pescado para o programa de Segurança Alimentar do estado e para a gestão da superação da pobreza extrema, enquanto atividade econômica.

“Essa semana que se inicia aqui em Niterói, além do simbolismo, da importância que a cidade passa a ter cada vez mais nesse setor da economia local, regional e nacional, também é importante porque nós sabemos que a alimentação saudável é condição necessária para a segurança alimentar dos cidadãos e cidadãs brasileiras, daí a importância da presença do Ministério da Saúde nessa campanha. Na secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos nós temos um programa de segurança alimentar que atende por mês a 1 milhão de cidadãos no estado do Rio de Janeiro, desde as cozinhas comunitárias, passando pelos restaurantes cidadãos, e nós temos discutido com o ministro Luiz Sérgio a inclusão cada vez com mais força do pescado nessa alimentação, nessa política de segurança alimentar que vimos encaminhando no estado do Rio de Janeiro. Para além disso, temos discutido com o ministro a necessária integração do plano de superação da pobreza extrema com os arranjos produtivos locais, com o setor de pesca, especialmente do meio rural do estado do Rio de Janeiro, para que a superação da pobreza seja sustentável no setor da pesca”, disse o secretário Rodrigo Neves.

O ministro da Pesca e Aquicultura, Luiz Sérgio, destacou a importância do aumento da produção do pescado para a economia brasileira e para a redução do preço do produto.

“O Brasil é o maior exportador de carne bovina do mundo, mas toda a cadeia produtiva do boi é sete vezes menor que a do peixe. O Brasil é o segundo exportador de frango no mundo, mas toda a cadeia produtiva do peixe é nove vezes maior que a do frango no mundo. Somos um dos maiores exportadores de soja do mundo, mas toda a cadeia produtiva da soja é duas vezes menor do que a do peixe. Isso mostra a janela de oportunidade que o item pescado representará num curto espaço de tempo para a economia brasileira, no que se refere à geração de emprego, à alimentação saudável. Para que nós possamos reverter um dado da nossa balança comercial de pescado, que tem um déficit de 1 bilhão de dólares no item pescado, o Brasil compra muito peixe, e são peixes de cativeiro, e nós que temos 13% da água doce do mundo, temos também uma janela de oportunidade para colocar o pescado no patamar de oportunidade que o Brasil certamente chegará. Quanto mais produzirmos, mas acessível o peixe ficará, facilitando o acesso às pessoas mais pobres”, ressaltou Luiz Ségio.

Já a superintendente de Nutrição da Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Patrícia Constante Jairo, destacou a importância do consumo de peixe para a saúde do brasileiro.

“Nós do Ministério da Saúde temos orgulho de sermos parceiros do Ministério da Pesca e Aquicultura. Nossas agendas são irmãs quando se fala de promoção da saúde e da alimentação saudável. É impossível dissociar essa mensagem à promoção do consumo de peixe. Nós estamos trabalhando no Governo Federal na construção de um plano de segurança alimentar e nutricional, e o aumento do consumo de pescado é uma das nossas metas estratégicas para promoção da segurança nutricional com garantia do direito humano a alimentação adequada na perspectiva da soberania alimentar”, explicou Patrícia Jairo.

Dona do SPA Maria Bonita e reconhecida por seu interesse em alimentação saudável, a atriz Tânia Alves também participou do lançamento da 8ª Semana do Peixe.

“Que maravilha uma campanha por uma alimentação saudável. Eu pesquiso a relação nutrição/qualidade de vida, e todas as pesquisas apontam o peixe como uma proteína de qualidade superior a carne vermelha. O peixe tem nutrientes superiores, de maior digestibilidade, e são nutrientes muito importantes, muitas vitaminas e minerais, cuja ausência pode provocar problemas de memória, aprendizado, alterações de humor. O peixe combate o colesterol, evita doenças coronárias e arteriosclerose, evita depressão pós-parto e diversas outras coisas, por isso é tão importante o consumo do peixe. Então vamos comer mais peixe, porque além de tudo é uma delicia! ”, falou a atriz Tânia Alves.


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CERRADO: ÁGUA, LEGISLAÇÃO E O FUTURO DO BRASIL

Por Michael Becker*

Se o Brasil deseja manter sua posição de grande fornecedor de grãos e carnes para o planeta e seguir produzindo alimentos para a própria população, não pode prescindir de água e solo em quantidade e qualidade adequadas. Não há mágica. São os recursos naturais que fizeram do país a potência agroexportadora de hoje, e será sua preservação e bom manejo que garantirão um futuro com menos riscos associados, por exemplo, às mudanças globais do clima.

Por questões desse porte, surpreende como regiões estratégicas como o Cerrado permaneçam como alvo histórico de políticas ou descaso públicos responsáveis pelo avanço desregrado da fronteira agropecuária, pela alta fragmentação dos remanescentes do bioma e pelo baixíssimo índice de proteção efetiva do Cerrado, hoje inferior a 3% de sua área. As ameaças decorrentes desse modelo envolvem a eliminação de sistemas naturais ainda capazes de fornecer água a três importantes aqüíferos e seis das oito grandes bacias hidrográficas brasileiras – Amazônica, do Tocantins, Atlântico Norte-Nordeste, do São Francisco, Atlântico Leste e Paraná-Paraguai.

Não à toa o Cerrado é comumente lembrado como “a caixa d´água do Brasil”, águas que geram eletricidade para nove em cada dez brasileiros, que irrigam cultivos com quase sete mil pivôs centrais, concentrados em municípios como Cristalina (GO), Paracatu (MG) e Luiz Eduardo Magalhães (BA), que garantem a sobrevivência do Pantanal, a produção de alimentos pela agricultura familiar e que ganham o mundo na carona das exportações de soja, carne e outras commodities.

Mesmo em ritmo lento, conceitos como o da “pegada hídrica” vêm ganhando espaço no país, desdobrando o consumo de recursos hídricos em água verde (usada na produção de vegetais), água azul (captada diretamente dos rios) e água cinza (para diluir efluentes orgânicos). Grandes empresas têm adotado esses conceitos para reduzir seu consumo de água.

Outros desafios perpassam a agropecuária convencional, ainda grande consumidora desse recurso. Adotar tecnologias inovadoras que reduzam o uso e o desperdício de água, implantar sistemas produtivos baseados na conservação de água e solo e certificar a produção no campo são medidas que não só beneficiarão o meio ambiente, mas manterão abertas as portas do mercado globalizado e manterão dinheiro no bolso dos produtores.

Em se tratando de recursos hídricos, uma das mais importantes legislações em voga é o Código Florestal, criado desde suas primeiras versões para manter florestas e serviços ambientais associados a elas, como o fornecimento de água e a proteção da biodiversidade. Academia, sociedade civil organizada, juristas, produtores rurais e a própria Agência Nacional de Águas (ANA) já demonstraram sua total contrariedade ao temeroso rumo das alterações unilaterais que podem ser impostas a essa lei.

Não é hora de retrocessos. O Brasil deve reconhecer em sua natureza ímpar um bem estratégico para o amanhã. Toda legislação pode ser aperfeiçoada, como no caso do Código Florestal. Todavia, a melhor Ciência disponível na atualidade aponta caminhos bem diferentes dos aventados por setores atrasados do agronegócio. A legislação, por exemplo, pode ter sua execução melhorada e garantida com base em incentivos, inclusive financeiros.

Ao mesmo tempo em que se eleva o calor da discussão em torno da legislação florestal, tramitam vagarosamente no Congresso outros projetos cuja aprovação teria impacto positivo na preservação e bom uso do Cerrado e demais regiões brasileiras.

É o caso da proposta de emenda à constituição que reconheceria o Cerrado e a Caatinga como patrimônios nacionais, aguardando aprovação na Câmara desde 2006, ou da proposta de lei que estimularia produtores a manterem florestas em suas áreas com o pagamento por serviços ambientais, ou ainda a regulação do Artigo 23 da Constituição, disciplinando a cooperação entre União, estados e municípios na proteção do meio ambiente.

E, por que não, a necessária revisão dos índices de produtividade da agropecuária, tema repetidamente prometido a cada novo governo. Hoje há 211 milhões de hectares ocupados por pecuária de baixíssima produtividade, com 1,1 animal por hectare, e mais de 60 milhões de hectares em pastagens degradadas, especialmente no Cerrado e entre esse e a Amazônia.

Aprovar e fazer valer medidas como essas ajudaria o país a dar um rumo mais sustentável à produção no campo, a manter serviços ambientais úteis ao conjunto da sociedade brasileira e a recuperar e manter formações de inestimável valor como o Cerrado, que vem resistindo a cinco décadas de franco desmatamento.

* Michael Becker é coordenador do Programa Cerrado-Pantanal do WWF-Brasil

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ÍNDICE DE PERDA DE ÁGUA TRATADA NO BRASIL É ELEVADO

da Agência Brasil

O coordenador do Sistema Nacional de Informações sobre o Saneamento (Snis), do Ministério das Cidades, Ernani Ciríaco de Miranda, disse que a situação é grave no Brasil em relação às perdas de água tratada, porque os números, “com raras exceções, são sempre muito altos”.

Segundo ele, o país vem trabalhando há alguns anos com um patamar de perda de água entre 37% e 42%. “Esse fato é bom, porque mostra que [o patamar] está estabilizado. Só que em um patamar muito alto. Esse é o lado ruim da história”, ponderou.

Miranda estimou que uma média de perda de água tratada aceitável para o Brasil seria 25%. Explicou que, para isso, o país tem de melhorar o sistema de distribuição à população, o que envolve conserto de vazamentos e solução para o problema da não contabilização de água, seja por roubo, por falta de aparelhos ou por erros de medição.

Transformando o volume de água perdida em valor financeiro, o Snis constatou que o prejuízo atingiu R$ 7 bilhões em 2008. Desse total, 60%, ou o correspondente a R$ 4,2 bilhões, poderiam ser recuperados, “se fosse melhorada a eficiência”.

A perda de água tratada na distribuição subiu 0,5 ponto percentual no Brasil entre 2008 e 2009, passando de 41,1% para 41,6%. O número tanto pode indicar uma acomodação, como uma tendência, disse Miranda. Para uma análise mais conclusiva, será necessário aguardar os próximos resultados do Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgoto, acrescentou.

Já a perda de faturamento, que compara o volume de água disponibilizado para ser distribuído com o volume que é faturado, mostrou índice de 37,1%, o menor valor da série iniciada em 1995. No ano anterior, a perda do faturamento foi 37,4%. Ela embute vazamento na rede e tudo que é desviado por meio de ligações clandestinas e erros de medição, entre outros fatores.

“A perda no faturamento é menor do que na distribuição porque os critérios de faturamento das operadoras e autarquias no Brasil acabam levando a uma situação onde se fatura mais do que aquilo que é consumido”, explicou o coordenador do Snis.

Como o valor faturado acaba sendo maior que o consumido, a perda no faturamento resulta menor que na distribuição. Miranda observou, porém, que uma parte significativa da perda de água chega ao consumidor, “porque ele tem uma ligação clandestina, ou submedição de hidrômetro. A água é consumida, mas não é contabilizada. Existem diversos fatores que fazem com que a companhia compute como perda, mas o cidadão usa”.

Alguns especialistas consideram que 40% da água tratada são consumidos no país e 60% são perdidos. O estado do Rio tem, historicamente, nível de perda elevado. A perda de faturamento observada foi 54,1% em 2009, contra 49,6% em 2008. O aumento do índice de perda se deve, segundo Miranda, à piora no desempenho dos sistemas operados pela Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae).



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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

COMITÊ RIO EM DEFESA DAS FLORESTAS LOTA TEATRO TOM JOBIM NO JARDIM BOTÂNICO


“Em defesa da vida” estampava a faixa de entrada para o lançamento do Comitê Rio em Defesa das Florestas, que ocorreu na manhã desta sexta-feira (9). Ambientalistas, autoridades, estudantes, organizações não governamentais, artistas e apoiadores, em geral, lotaram o Teatro Tom Jobim, no Jardim Botânico, para protestarem contra as mudanças no Código Florestal brasileiro.

A atriz global, Letícia Spiller, vestida com motivos indígenas (presente ganho durante viagem por uma tribo no Acre), chamou à atenção de fotógrafos, crianças e jovens que participaram do evento com cartazes sobre a preservação do meio ambiente. E, em um grande mural “Diga não ao novo Código Florestal, diga sim à vida”, os manifestantes puderam deixar suas mensagens. O ator Vitor Fasano escreveu “florestas para sempre”. Já Spiller registrou: "Viva o povo brasileiro! Viva a floresta!"

As alterações propostas para o Código Florestal podem levar a graves consequências, tais como piora de enchentes e deslizamentos, assoreamento de rios e perdas para a própria produção agrícola. O Rio de Janeiro, que já sofreu inúmeras vezes com catástrofes naturais, pode ter esses problemas agravados e passar por problemas como escassez de água. Para se opor a esse cenário, os cariocas estão se mobilizando pelas florestas e contra o enfraquecimento do Código Florestal.

Segundo Eric Macedo, do Instituto Terra de Preservação Ambiental (ITPA), entidade integrante do comitê RJ, o lançamento é o primeiro passo para a construção de outras mobilizações. “Estamos concentrando esforços no lançamento do comitê, onde reuniremos o máximo possível de entidades e movimentos para desenvolver ações aqui no Rio de Janeiro a partir de agora”, conta.

Além disso, entidades do Comitê Rio divulgaram um documento base em defesa do Código. “O estado do Rio de Janeiro, em especial, não pode ficar parado diante do enfraquecimento da legislação ambiental. Entre os problemas encontrados na nova proposta está o relaxamento da preservação de encostas, essencial para evitar desastres como o que afetou a Região Serrana no início deste ano. Como sede da Rio +20, que reunirá em 2012 autoridades de todo o mundo para debater o desenvolvimento sustentável, precisamos dar o exemplo”, diz um trecho do manifesto.

Com intuito de manter viva a defesa do Código Florestal brasileiro, o comitê nacional quer agora aumentar a discussão nos estados e preparar a Semana Nacional de Mobilização em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, entre os dias 18 e 25 de setembro. A iniciativa está alinhada com a campanha #florestafazadiferenca e o Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, que contam com a participação da SOS Mata Atlântica, WWF-Brasil e dezenas de outras entidades.

A ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, ex-ministro do Meio Ambiente, participaram do lançamento do Comitê Rio. Também deram seu apoio, Maitê Proença, Silvia Pfeifer, Jorge Pontual e Mônica Torres e outros engajados na causa ambiental.



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CONAE Publicado cronograma das conferências estaduais da Conae A etapa estadual será realizada em todas as unidades da Federação. As datas estão disponíveis na página da Conae 2024

  A  maioria das  u nidades da Federação já agendou as datas para o lançamento e a realização das conferências estaduais, que antecedem a  C...