segunda-feira, 27 de junho de 2011

LÁ TÁ ROLANDO : RESSACA DO JAZZ E BLUES



CEPRO – Um Projeto de Cidadania, Educação e Cultura em Rio das Ostras.

Avenida das Flores, n° 394 - Bairro Residencial Praia Âncora
Rio das Ostras
Tel.: (22) 2760-6238 e Cel.:(22)9966-9436
E-mail: cepro.rj@gmail.com
Blog: http://cepro-rj.blogspot.com/

Comunidade no Orkut:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=55263085
Twitter: http://www.twitter.com/CEPRO_RJ

terça-feira, 21 de junho de 2011

RIO DAS OSTRAS - FESTIVAL JAZZ E BLUES 2011


Apontado pelos críticos como um dos melhores festivais do gênero no país, o Rio das Ostras Jazz & Blues Festival chega à nona edição. De 22 a 26 de junho, uma seleção dos melhores instrumentistas e intérpretes da atualidade se apresentará em quatro palcos montados ao ar livre.

O festival, realizado pela Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Turismo, Indústria e Comércio, com produção da Azul Produções, entrou para o calendário oficial de eventos da Secretaria de Estado de Turismo, devido a sua importância.O Festival é patrocinado pela Lei de Incentivo da Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro (somando forças) e da V&M do Brasil.

                        

Este ano o quarto palco na Praça São Pedro se consolida como o espaço dos novos talentos do jazz e do blues nacional. Serão cinco dias de Festival, 29 shows gratuitos, e mais de 60 horas de boa música, com apresentações às 11h15 (Praça de São Pedro), 14h15 (Lagoa do Iriry), 17h15 (Tartaruga) e 20h (Costazul).

Os melhores músicos do mundo estarão no melhor Festival do Brasil.


Programação

DIA 22 de junho Quarta
PCA SÃO PEDRO 17h
Expresso Santiago -

COSTAZUL 20h
- Orquestra Kuarup
Orleans Street Jazz Band -
Plataforma C -
Igor Prado Blues Band -

DIA 23 de junho Quinta
PCA SÃO PEDRO 11h30
Maracá -
IRIRY 14h15
Nuno Mindelis -
TARTARUGA 17h15
Jose James -
COSTAZUL 20h
Ricardo Silveira -
The Saskia Laroo Band -
Azymuth e Léo Gandelman -
Bryan Lee-

DIA 24 de junho Sexta
PCA SÃO PEDRO 11h30
Blues Groovers & Cristiano Crochemore -
IRIRY 14h15
Tommy Castro Band -
TARTARUGA 17h15
Nicholas Payton Sexxxtet -
COSTAZUL 20h
Jose James -
Jane Monheit -
Yellowjackets -
Nuno Mindelis -

DIA 25 de junho Sábado
PCA SÃO PEDRO 11h30
Rodrigo Nézio & Duocondé -
IRIRY 14h15
The Saskia Laroo Band -
TARTARUGA 17h15
Yellowjackets -
COSTAZUL 20h
ROBERTO FONSECA Live in Marciac -
Nicholas Payton Sexxxtet -
Medeski, Martin & Wood c/ Bill Evans -
Tommy Castro Band -

DIA 26 de junho Domingo
PCA SÃO PEDRO 11h30
Thiago Ferté Quarteto -
IRIRY 14h15
Bryan Lee -
TARTARUGA 17h15
Medeski, Martin & Wood c/ Bill Evans -


CEPRO – Um Projeto de Cidadania, Educação e Cultura em Rio das Ostras.

Avenida das Flores, n° 394 - Bairro Residencial Praia Âncora
Rio das Ostras
Tel.: (22) 2760-6238 e Cel.:(22)9966-9436
E-mail: cepro.rj@gmail.com
Blog: http://cepro-rj.blogspot.com/  

Comunidade no Orkut:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=55263085
Twitter: http://www.twitter.com/CEPRO_RJ

ECONOMIA VERDE



O que se quer com a economia verde?


por Leisa Perch

No próximo ano, comemora-se o vigésimo aniversário da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento de 1992 no Rio de Janeiro e da Agenda 21.

Há vinte anos, líderes mundiais uniram-se em torno de um compromisso global que sinalizou uma mudança fundamental no desenvolvimento. Uma avaliação honesta sugere que, embora avanços tenham sido feitos e as inovações tenham ocorrido, temos fracassado com frequência em consolidar novas estruturas de macropolítica que representem verdadeiramente uma mudança nos negócios. Anos depois, danos ambientais foram estimados em US$ 6,6 trilhões somente em 2008 (Pnuma, 2010) e a Agência Internacional de Energia indica que as emissões de gás carbônico (CO2) em 2010 foram as maiores já registradas. No próximo ano, a Conferência Rio+20 não pode ser business as usual, como dizem os americanos quando se referem à forma tradicional de fazer negócios. Há falta de credibilidade entre os países, além da percepção de responsabilidades e capacidades diferenciadas.

A Rio+20 nos fornece uma oportunidade para: (1) manter o foco no desenvolvimento centrado nas pessoas e dar continuidade aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM); (2) realizar uma revisão crítica no que tem dado certo e as causas das nossas falhas; e (3) fazer da inclusão social um tema central nas discussões. É por essa razão que o foco no quadro institucional é tão importante quanto a economia verde em si. Sem mecanismos fortes e eficazes de governança, provavelmente as ferramentas tradicionais de negociação levarão os esforços para uma economia mais verde por água abaixo.

Muitas vezes tratada como importante, mas não como prioridade estratégica, a redução da pobreza, a inclusão dos grupos marginalizados e a igualdade de gênero devem agora passar diretamente para o centro do debate. Falhamos muitas vezes ao não encarar o modo com que a pobreza obriga os pobres a depender exclusivamente dos recursos ambientais para a subsistência e sobrevivência ou como fatores que levam ao crescimento dependem da qualidade e quantidade dos recursos naturais. Na África Subsaariana, 96% da população depende da agricultura pluvial. Atualmente, mais de um bilhão de pessoas vivem com menos de US$ 1,25 por dia, mais de 2,6 bilhões de pessoas não têm acesso às instalações de saneamento básico e higiene, e, na África, mulheres gastam 4 bilhões de horas para coletar água anualmente (ActionAid, 2009). Na África Subsaariana, cerca de 140 milhões de pessoas vivem com a ameaça constante de secas ou inundações (Pierro e Desai, 2008:123).

Então, o que realmente precisamos para chegar a uma economia verde, nacional e globalmente?

Embora avanços tenham sido feitos e as inovações tenham ocorrido, temos fracassado com frequência em consolidar novas estruturas de macropolítica que representem verdadeiramente uma mudança nos negócios.

Medidas que não prejudiquem ainda mais as populações pobres que já sofrem a cada choque externo. Devemos ter em mente que as necessidades das pessoas com deficiência, pessoas vivendo com HIV/aids e os povos indígenas são distintos de outros grupos minoritários. O progresso alcançado por meio do acesso universal a medicamentos deve ser complementado com acesso a nutrição e moradia para esses grupos, de forma segura, confiável e constante.

Deve ser dada atenção à segurança econômica das mulheres. Há uma tendência no impacto direto na saúde e no desenvolvimento dos filhos e na família em geral. Isto significa também criar um processo dinâmico de crescimento e de desenvolvimento rural e sustentável, aliviando a necessidade de muitas famílias se deslocarem para áreas urbanas em busca de trabalho e renda. Em muitos casos, homens deixam para trás esposas com a responsabilidade de, sozinhas, manterem seus familiares.

Expansão, inovação e apoio às tecnologias de pequena escala. Isso permitirá que pequenos agricultores, além de pequenas e microempresas, façam uma transição mais rápida para a adoção de princípios “verdes” no modo de produção e comércio. Nos países africanos, como em outros países em desenvolvimento, a agricultura familiar domina a paisagem agrícola, contribuindo significativamente para a renda rural.

Que o mercado integre princípios mais éticos, incluindo aqueles de responsabilidade social. Há movimentos no Brasil sobre a Economia Solidária e em outros países existem vários pactos entre o governo, o setor privado, trabalhadores e a sociedade civil. Para que todos possam executar seus papéis de maneira eficiente e em sintonia, são necessários princípios e uma visão em comum. Mecanismos institucionais podem dar suporte e facilitar o desenvolvimento de princípios acordados mutuamente e ainda reponsabilizar os parceiros.

Quanto a empregos, o trabalho não deve ser apenas “verde” em termos “mais limpos”, mas também decentes, com remuneração justa, segurança e acessibilidade. Nos países em desenvolvimento, 82% das pessoas com deficiências vivem abaixo da linha de pobreza (ONU). Em uma economia verde o emprego dessas pessoas necessita de atenção especial.

Para avançar, o desenvolvimento como um todo deve: (1) mitigar os principais impactos da mudança ambiental, independente de sua forma, inclusive as mudanças climáticas; (2) proteger o progresso econômico e social alcançado, incluindo os riscos e benefícios das ações para o desenvolvimento, evitando tanto “aproveitadores” quanto a “sobrecarga dos mais pobres”; e (3) garantir a compatibilidade das ações de desenvolvimento em vários níveis. Ao deixar de se fazer isso, as possibilidades de se alcançar o “verde” de forma temporária e transitória aumentam, com pouca chance de um progresso contínuo. O desafio para o Rio+20 é definir pelo menos respostas concretas para algumas dessas questões fundamentais.


* Leisa Perch é especialista em Políticas Públicas e coordenadora da área de Desenvolvimento Rural e Sustentável do Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo/Pnud (IPC-IG).

** Publicado originalmente no site Mercado Ético.


CEPRO – Um Projeto de Cidadania, Educação e Cultura em Rio das Ostras.

Avenida das Flores, n° 394 - Bairro Residencial Praia Âncora
Rio das Ostras
Tel.: (22) 2760-6238 e Cel.:(22)9966-9436
E-mail: cepro.rj@gmail.com
Blog: http://cepro-rj.blogspot.com/

Comunidade no Orkut:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=55263085
Twitter: http://www.twitter.com/CEPRO_RJ

DEVASTAÇÃO DA CAATINGA

Devastação alcança 45,4% da área da Caatinga 20 de junho de 2011

Da Agência Brasil

Entre 2008 e 2009, a Caatinga, bioma predominante do Nordeste brasileiro, perdeu 1.921 quilômetros quadrados (km²) de vegetação nativa, uma área equivalente a 200 campos de futebol. A média anual foi de 0,23% a menos da área original do bioma por ano, ritmo menor que o medido entre 2002 e 2008, de 0,28% de floresta derrubada anualmente.

Os estados que mais desmataram o bioma entre 2008 e 2009 foram a Bahia, o Ceará e Piauí, que juntos foram responsáveis por 77% da derrubada total no período. Os dados são do Centro de Sensoriamento Remoto do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), divulgados hoje (17).

“Apesar da queda, já temos uma perda expressiva do bioma, de quase 46% da vegetação original. Isto demonstra a urgência de estimular projetos para o uso sustentável dos recursos do bioma”, disse a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

A Caatinga já teve 45,4% de seu território desmatado, cerca de 400 km² a menos de vegetação original. O desmatamento mais recente do bioma está ligado com a exploração ilegal de madeira para produção de carvão. Além da ameaça do desmatamento, o bioma é um dos mais vulneráveis às mudanças climáticas, com áreas sob grave risco de desertificação.

Hoje, o ministério e a Caixa anunciaram investimentos de R$ 6 milhões para projetos de uso sustentável dos recursos naturais da Caatinga. Os recursos poderão financiar projetos de manejo florestal e eficiência energética, por exemplo. Segundo o ministério, os editais serão divulgados na próxima semana.

A Caatinga é o único bioma exclusivamente brasileiro e ocupa cerca de 11% do território do país, distribuído nos estados da Bahia, Paraíba, do Maranhão, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e no norte de Minas Gerais.


CEPRO – Um Projeto de Cidadania, Educação e Cultura em Rio das Ostras.
Avenida das Flores, n° 394 - Bairro Residencial Praia Âncora
Rio das Ostras
Tel.: (22) 2760-6238 e Cel.:(22)9966-9436

Comunidade no Orkut:

NATUREZA E ARTE


CEPRO – Um Projeto de Cidadania, Educação e Cultura em Rio das Ostras.

Avenida das Flores, n° 394 - Bairro Residencial Praia Âncora
Rio das Ostras
Tel.: (22) 2760-6238 e Cel.:(22)9966-9436
E-mail: cepro.rj@gmail.com
Blog: http://cepro-rj.blogspot.com/

Comunidade no Orkut:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=55263085
Twitter: http://www.twitter.com/CEPRO_RJ

sexta-feira, 17 de junho de 2011

BLOCOS DE RUA CONTRA MUDANÇA DO CÓDIGO FLORESTAL

No próximo domingo, 19, os blocos de carnaval do Rio de Janeiro organizam uma manifestação contra as mudanças no Código Florestal aprovadas na Câmara dos Deputados. O protesto promete animação máxima: serão 38 blocos batucando, cantando e sambando em favor das nossas florestas. A concentração será às 10h, no posto 6, Praia de Copacabana. O Instituto Terra de Preservação Ambiental não vai ficar de fora dessa: vamos cair no samba, na luta para barrar o desmonte da legislação ambiental brasileira.


CEPRO – Um Projeto de Cidadania, Educação e Cultura em Rio das Ostras.

Avenida das Flores, n° 394 - Bairro Residencial Praia Âncora
Rio das Ostras
Tel.: (22) 2760-6238 e Cel.:(22)9966-9436
E-mail: cepro.rj@gmail.com
Blog: http://cepro-rj.blogspot.com/

Comunidade no Orkut:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=55263085
Twitter: http://www.twitter.com/CEPRO_RJ

"PARTIDOS POLÍTICOS, POLÍTICOS PARTIDOS"


Prezados(as) Leitores(as)

Resolvi reeditar este artigo por perceber que este tema é de suma importância para a nossa cidade, estado e país. Aproveito o momento para agradecer a vocês a oportunidade de compartilhar o que acreditamos e desejamos para a construção de um mundo melhor, mais justo e fraterno. Agradeço ao meu amigo Ronaldo Brandão( in memoriam) e a você Denise Brandão pela oportunidade nestes 4 anos que escrevi neste jornal. Só tenho a dizer: OBRIGADA!!! Aos meus colegas de coluna desejo toda sorte e tenham a certeza que foi muito legal conviver de maneira harmoniosa respeitando nossas diferentes formas de pensar. E como diria o poeta Gonzaguinha : “Viver e não ter a vergonha de ser feliz!!

Guilhermina Rocha



Em tempo de crise como o nosso “tempo de homens partidos”, Segundo as palavras de Carlos Drummond de Andrade, como encontrar significado na política e nos partidos políticos?

A história nos oferece algumas pistas para se elucidar tal problema . O que a política significa hoje é o resultado de longo e tortuoso processo histórico. E, como se sabe , ela é a atividade por excelência na vida social dos homens.

Seguindo a trilha deste trajeto é possível perceber as idas – e – vindas que tornaram realizável a atividade política em seu contínuo movimento e aberta às novas transformações.

A atual desmoralização da chamada “política oficial”, quando a ética é afrontada frontalmente, ocorre progressivo descrédito e descrença na sua capacidade de resolver os problemas institucionalmente. Buscam-se caminhos alternativos , por vezes perigosos.

Por exemplo, situações como as ditaduras de qualquer matriz e práticas terroristas de qualquer origem têm resultado em experiências bárbaras e calamitosas, que precisam ser descartados definitivamente.

O sistema democrático que não é nada do que o senso comum imagina, é, na verdade, uma ditadura da minoria. A democracia tanto a antiga como a nova, foi e é racista, escravagista e discriminatória. Seu funcionamento se estrutura num apartheid social, onde a miséria é socializada e o lucro privatizado, ou onde a participação é socializada, mas o controle do poder político é aristocrático.

Mas fica outra indagação. Como a democracia se tornou um sistema tão atraente? Através da ideologia. Nas democracias, as eleições e o voto estão infectados de ideologia. O abstrato povo acredita que sua participação é efetiva. Acredita também, que ele “povo” por ser maioria determina o funcionamento da máquina democrática, pois, é regularmente convocado para fazer ajustes nessa máquina simples. Seus ajustes ocorrem através das eleições. Por isso, é fundamental pensar a superação da crise política atualmente para abrir novas perspectivas quanto a atuação da sociedade civil, para além dos próprios governos e dos partidos políticos.

E hoje, desgastados e esgotados...

O que importa é resguardar e mesmo recuperar a atividade política nos seu principais aspectos quanto a como , quando e onde ela se apresente.

UTOPIA? Não chegamos a pensar , como alguns , em sociedade em ESTADO. No entanto, nada impede que se pense na política sob outras formas , quando as próprias instituições desabam em crise de credibilidade e confiabilidade, como é o caso dos “partidos políticos”, e tudo que eles representam.

Os movimentos sociais e a “política de base”, como usualmente denominada , são agentes políticos importantes e oportunos para estes tempos.

A busca do significado político da política , portanto, não dependeria mais nem tanto das instâncias convencionais de poder , mas de novas formas de atuação e prática política. Estaríamos no âmbito das políticas, no plural , agora valorizadas pelas direta participação social dos homens e das mulheres.

Do que disso resultará, cabe à história dizer.

Profª Guilhermina Rocha
Especialista em Educação e Historiadora
Presidente do CEPRO

CEPRO – Um Projeto de Cidadania, Educação e Cultura em Rio das Ostras.

Avenida das Flores, n° 394 - Bairro Residencial Praia Âncora
Rio das Ostras
Tel.: (22) 2760-6238 e Cel.:(22)9966-9436
E-mail: cepro.rj@gmail.com
Blog: http://cepro-rj.blogspot.com/

Comunidade no Orkut:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=55263085
Twitter: http://www.twitter.com/CEPRO_RJ

DIREITOS DA MULHER


CEPRO – Um Projeto de Cidadania, Educação e Cultura em Rio das Ostras.

Avenida das Flores, n° 394 - Bairro Residencial Praia Âncora
Rio das Ostras
Tel.: (22) 2760-6238 e Cel.:(22)9966-9436
E-mail: cepro.rj@gmail.com
Blog: http://cepro-rj.blogspot.com/

Comunidade no Orkut:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=55263085
Twitter: http://www.twitter.com/CEPRO_RJ

quinta-feira, 16 de junho de 2011

A INTERNET UTILIZADA COMO FERRAMENTA DE EDUCAÇÃO


Cerca de 6,5 milhões de brasileiros estudam pela internet, segundo dados de 2009, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Os internautas que mais procuram atualização profissional pela rede mundial de computadores são aqueles com curso superior, que representam 22% do total, seguidos dos que cursaram até o Ensino Médio (8%) e dos que estudaram até o Fundamental (5%).

O desenvolvimento da tecnologia, com vídeos, esquemas de estudo em flash e a comunicação em tempo real, com professores e colegas, são alguns dos aspectos que permitem o contato com o conhecimento sem sair de casa.

Mas tais possibilidades não são para todos. As classes mais altas são as que mais frequentam cursos on-line: a classe A com 21%, classe B com 14%, e classe C com 10%. A pesquisa atesta que aqueles que acessam a internet de locais como telecentros e lan houses têm menos chance de participar de um curso on-line.

Além disso, as empresas de grande porte são as que mais utilizam a internet como meio de atualização profissional. Cerca de 55% dos usuários desses cursos trabalham em empresas com mais de 250 funcionários, em uma amostra de 340 mil.

Mas não é só por meio de cursos a distância que se pode estudar pela internet. Sites como YouTube, iTunes e Wikipedia são boas ferramentas de acesso ao conhecimento. O iTunes University, por exemplo, faz parte do programa educacional da Apple e oferece mais de 175 mil vídeos e arquivos de áudio gratuitos sobre diversos assuntos direcionados, principalmente, a estudantes e professores.

O YouTube também possui usuários interessados em compartilhar conhecimento gratuitamente. Canais de ensino de inglês e assuntos cotados para o vestibular são os mais desenvolvidos. Um dos mais visualizados é o canal de Steve Kaufmann (veja o vídeo abaixo), um autodidata que aprendeu mais de dez línguas e compartilha experiências e método de aprendizagem por meio de vídeos.

Kaufmann foi capaz até de aprender russo, um idioma conhecido pela sua dificuldade gramatical. O método dele é baseado em contato com o idioma por meio de leitura e audição de materiais repetidas vezes.

As wikis também são uma alternativa para aqueles que buscam entender temas de forma rápida e sintetizada. A mais utilizada delas, a Wikipedia, possui milhares de usuários interessados em contribuir para a propagação do conhecimento por meio de artigos e imagens separados por verbetes. Qualquer internauta pode alterar as informações e tornar o texto cada vez mais completo, além disso, há grupos de revisores que atualizam os textos periodicamente.

A Scientific Electronic Library Online (SciELO) é uma biblioteca que possui uma coleção selecionada de periódicos científicos brasileiros. O projeto é uma parceria da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo com a Bireme (Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde).

A maioria dos títulos está relacionada a assuntos de ciências biológicas e químicas. Ao digitar a busca, o resultado é disponibilizado em uma lista em ordem alfabética, de assuntos, ou por um módulo de pesquisa por assunto, pelos nomes das instituições publicadoras e pelo local de publicação.

Outras possibilidades de conhecimento são os dicionários on-line e as ferramentas de correção de texto gratuitas. Algumas sugeridas pela redação EcoD são o iDicionário Aulete, o The Free Dictionary, o Google Tradutor e a Ortografa! (com a nova ortografia do português). Elas ajudam na construção de um texto correto, relembram sinônimos e, principalmente, tiram aquelas dúvidas de “falta momentânea de léxico”.

* Publicado originalmente no site EcoD.


CEPRO – Um Projeto de Cidadania, Educação e Cultura em Rio das Ostras.
Avenida das Flores, n° 394 - Bairro Residencial Praia Âncora
Rio das Ostras
Tel.: (22) 2760-6238 e Cel.:(22)9966-9436

Comunidade no Orkut:

REJEIÇÃO À ENERGIA NUCLEAR DEVE AUMENTAR EMISSÕES EM 30%


A queda pela metade da expansão da energia nuclear mundial depois do desastre de Fukushima, no Japão, aumentará o crescimento global das emissões de dióxido de carbono (CO2) em 30% até 2035, alertou na quarta-feira, 15 de junho, a Agência Internacional de Energia (AIE).

Em maio, a AIE advertiu que a meta política para limitar as mudanças climáticas a níveis mais seguros não foi alcançada, uma vez que as emissões globais aumentaram quase 6% em 2010 em relação ao ano interior.

Governos de todo o mundo concordaram em 2010 em limitar o aquecimento para menos de 2 graus acima dos níveis pré-industriais, mas o mundo deverá superar esse nível de emissão de carbono, estimou a agência, que aconselha 28 economias industrializadas sobre energia.

Uma redução do crescimento da energia nuclear tornaria a tarefa ainda mais difícil, observou Fatih Birol, economista-chefe da AIE. “Acreditamos que esse aumento enorme nas emissões, somado à perspectiva desanimadora para a energia nuclear, tornará a meta de 2 graus muito, muito difícil de ser alcançada”, acrescentou à Reuters.

“O crescimento nas emissões de CO2 proveniente da geração de eletricidade entre agora e 2035 será cerca de 30% maior do que poderia ser. Isso é o equivalente a quase 500 milhões de toneladas de emissões adicionais de CO2 anualmente até 2035″, comparou Birol.

As emissões de CO2 ultrapassaram os 30 bilhões de toneladas no ano passado, batendo um novo recorde e ficando um pouco abaixo da quantia estimada por Birol como consistente com a nova meta de aquecimento do mundo. O economista-chefe da AIE referia-se a um cenário onde o mundo acrescentasse outros 180 gigawatts (GW) de energia nuclear entre agora e 2035, em vez da previsão anterior de 360 gigawatts.

No mês passado, a Alemanha anunciou o plano de fechar todos os seus reatores nucleares até 2022. Os italianos votaram pela manutenção do banimento da energia nuclear na segunda-feira (13), por meio de um referendo fortemente influenciado pelo desastre de Fukushima, mas que também foi um forte voto político contra o primeiro-ministro Silvio Berlusconi.

* Publicado originalmente no site EcoD.


CEPRO – Um Projeto de Cidadania, Educação e Cultura em Rio das Ostras.

Avenida das Flores, n° 394 - Bairro Residencial Praia Âncora
Rio das Ostras
Tel.: (22) 2760-6238 e Cel.:(22)9966-9436
E-mail: cepro.rj@gmail.com
Blog: http://cepro-rj.blogspot.com/

Comunidade no Orkut:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=55263085
Twitter: http://www.twitter.com/CEPRO_RJ

CONAE Publicado cronograma das conferências estaduais da Conae A etapa estadual será realizada em todas as unidades da Federação. As datas estão disponíveis na página da Conae 2024

  A  maioria das  u nidades da Federação já agendou as datas para o lançamento e a realização das conferências estaduais, que antecedem a  C...