quinta-feira, 22 de junho de 2023

Você quer conhecer um pouco mais sobre o CEPRO - Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras?

 











Você quer conhecer um pouco mais sobre o CEPRO - Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras? 


Somos uma Organização Social sem fins lucrativos, fundada em 30 de maio de 200i, na cidade de Rio das Ostras. 


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EM DEFESA DA CULTURA DE DIREITOS!


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quarta-feira, 21 de junho de 2023

Biblioteca Popular Patativa do Assaré : EM DEFESA DA CULTURA DE DIREITOS!

 




O CEPRO - Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras criou a Biblioteca Popular Patativa do Assaré para atender a demanda das crianças,  jovens e adultos no bairro Residencial Praia Âncora, em Rio das Ostras, RJ. A Biblioteca Popular Patativa do Assaré vai além das atividades de leitura, pesquisa e estudos.  Ela possibilita a troca de experiências entre seus frequentadores. Essa nova concepção de biblioteca tem contribuído, cada vez mais, para aproximar a população e dar oportunidades para que anônimos, artistas e intelectuais compartilhem sua arte e conhecimento, incentivando o desenvolvimento da vida sociocultural da cidade e fomentando o prazer pela leitura.

O projeto sensibiliza a criança e seus familiares para o convívio com o livro e a leitura; contribui para a formação de novos leitores; propicia vivências de processos de criação e expressão através da leitura e escrita, promovendo um espaço seguro de aprendizagem.

Dentro da programação da Biblioteca Popular Patativa do Assaré temos a ContAção de histórias, contamos com a participação de algum dinamizador para interagir com as crianças, a música ,  oficinas, material para desenho, pintura, e uma variedade de brincadeiras e jogos. Tanto a construção quanto a manutenção da Biblioteca Popular Patativa do Assaré dependem de doações. São aceitas doações de livros de literatura e poesia para todas as idades. Você pode doar entrando em contato com a nossa equipe pelo e-mail cepro.rj@gmail.com  ou telefone (22)98809-1806 (whatsapp). 

A agenda da programação  com as atividades promovidas pela  Biblioteca Popular Patativa do Assaré  pode ser conferida através das redes sociais. Para se cadastrar, basta comparecer na sede do CEPRO - Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras,  levando  um documento de identificação com foto e um comprovante de residência. O horário de atendimento é das 13h às 17h, de segunda à sexta e no sábado das 10h às 17h.  Endereço: Avenida das Flores n° 394, loja 02 , bairro: Residencial Praia Âncora, Rio das Ostras/RJ. 


CEPRO – Um projeto de cidadania, educação e cultura em Rio das Ostras


CENTRO CULTURAL DE EDUCAÇÃO POPULAR DE RIO DAS OSTRAS

Endereço: Avenida das Flores, nº 394, loja 02,  Bairro: Residencial Praia Âncora, Rio das Ostras/RJ.- CEP: 28.899-419

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terça-feira, 20 de junho de 2023

BIBLIOTECA POPULAR “PATATIVA DO ASSARÉ"

 


Em 2008, o CEPRO - Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras cria a Biblioteca Popular Patativa do Assaré para atender a demanda de jovens e adultos no bairro Residencial Praia Âncora, em Rio das Ostras, RJ. A Biblioteca Popular Patativa do Assaré vai além das atividades de leitura, pesquisa e estudos.  Ela possibilita a troca de experiências entre seus frequentadores. Essa nova concepção de biblioteca tem contribuído, cada vez mais, para aproximar a população e dar oportunidades para que anônimos, artistas e intelectuais compartilhem sua arte e conhecimento, incentivando o desenvolvimento da vida sociocultural da cidade e fomentando o prazer pela leitura.



Entre as atividades desenvolvidas pelas bibliotecas, podemos citar: oficinas; palestras de interesse social; ações de cidadania; atividades literárias como contação de histórias, saraus, apresentações, encontros com autores; campanhas de doação de acervo; parcerias com universidades em projetos de extensão; e atividades culturais na cidade de Rio das Ostras.

O projeto sensibiliza a criança e seus familiares para o convívio com o livro e a leitura; contribui para a formação de novos leitores; propicia vivências de processos de criação e expressão através da leitura e escrita, promovendo um espaço seguro de aprendizagem.



Dentro da programação da Biblioteca Popular Patativa do Assaré temos a ContAção de histórias, contamos com a participação de algum dinamizador para interagir com as crianças, a música ,  oficinas, material para desenho, pintura, e uma variedade de brincadeiras e jogos. Tanto a construção quanto a manutenção da Biblioteca Popular Patativa do Assaré dependem de doações. São aceitas doações de livros de literatura e poesia para todas as idades. Você pode doar entrando em contato com a nossa equipe pelo e-mail cepro.rj@gmail.com  ou telefone (22)98809-1806 (whatsapp).

A agenda da programação  com as atividades promovidas pela  Biblioteca Popular Patativa do Assaré  pode ser conferida através das redes sociais. Para se cadastrar, basta comparecer na sede do CEPRO - Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras,  levando  um documento de identificação com foto e um comprovante de residência. O horário de atendimento é das 13h às 17h, de segunda à sexta e no sábado das 10h às 17h.  Endereço: Avenida das Flores n° 394, loja 02 , bairro: Residencial Praia Âncora, Rio das Ostras/RJ.

 

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segunda-feira, 19 de junho de 2023

Dia 19 de junho: cinema brasileiro celebra 124 anos da primeira filmagem

 



Quando as luzes se apagam, um feixe de magia chega à telona. Daquela poltrona, viaja-se para um mundo tão novo capaz de encontrar histórias distantes ou mesmo um embarque para dentro de cada um de nós.

O fazer cinematográfico no Brasil, que promove, em telonas e telinhas, um encontro com a cultura nacional, começou no dia 19 de junho do ano de 1898. Foi naquela data que o ítalo-brasileiro Afonso Segreto (1875 - 1919), considerado o primeiro cineasta nacional, filmou a Baía da Guanabara, quando estava a bordo do navio Brèsil.

Ele voltava da França, onde aprendeu técnicas de filmagem. O feito fez com que o dia 19 de junho se transformasse no Dia do Cinema Nacional. Outra data também é comumente celebrada pela sétima arte, o 5 de novembro (em 1896, houve a primeira exibição pública). 

As históricas filmagens de junho de 1898 inspiraram o pioneiro para o documentário A Praia de Santa Luzia, realizado em parceira com o irmão dele, o empresário Paschoal Segreto.

O acervo das produções da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) guarda preciosidades da história da sétima arte no Brasil.

TV Brasil guarda espaço em sua grade para o filme nacional, como é o caso das obras de Mazzaropi  (saiba mais sobre o multiartista em reportagem da Agência Brasil). 

O Programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, já esmiuçou a vocação do cinema brasileiro para fazer história.

A atração explica que o reconhecimento em todo o país e também no exterior movimenta o mercado cinematográfico desde que a genialidade dos realizadores brasileiros ganhou equipamento e recursos. 

Publicado em 19/06/2022 - 09:02 Por Luiz Cláudio Ferreira, repórter da Agência Brasil - Brasília



sexta-feira, 16 de junho de 2023

Aniversário de Ariano Suassuna - O autor de 'O auto da compadecida' completaria 96 anos hoje

 

                                                                      Foto reprodução internet

Ariano Vilar Suassuna nasceu em Paraíba do Norte, atual João Pessoa, no dia 16 de junho de 1927, filho de Rita de Cássia Dantas Villar e João Suassuna. Ariano foi casado com Zélia de Andrade Lima, com quem teve seis filhos.


Foi poeta, romancista, ensaísta, dramaturgo, professor e advogado. Em 1989, foi eleito para a cadeira n.º 32 da Academia Brasileira de Letras. Em 1993, foi eleito para a cadeira n.º 18 da Academia Pernambucana de Letra e em 2000, ocupou a cadeira n.º 35 da Academia Paraibana de Letras. Ariano Suassuna também era formado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito de Recife.




Suassuna faleceu no dia 23 de julho de 2014, aos 87 anos.

Auto da Compadecida




E mesmo que você não tenha ouvido falar de Ariano Suassuna, você com certeza já ouviu falar da obra mais celebrada do autor: O Auto da Compadecida.

Originalmente uma peça teatral em forma de auto — autos são obras de linguagem simples e extensão curta em sua maioria e têm elementos cômicos ou intenção moralizadora. Suas personagens simbolizam as virtudes, os pecados, ou representam anjos, demônios e santos — escrita em 1955.

Sua primeira encenação aconteceu em 1956, no Recife, em Pernambuco. A peça também foi encenada em 1974, com direção de João Cândido.

Trata-se de um drama ocorrido na região Nordeste do Brasil, com elementos da tradição da literatura de cordel, do gênero comédia e traços do barroco católico brasileiro. A obra mistura cultura popular e tradição religiosa.


Auto da Compadecida projetou Suassuna em todo o país e foi considerada por Sábato Magaldi, em 1962,"o texto mais popular do moderno teatro brasileiro". A peça foi adaptada para o cinema pela primeira vez em 1969, com o filme "A Compadecida". A segunda adaptação foi em 1987, com o filme "Os Trapalhões no Auto da Compadecida".

Em 1999, foi apresentada como uma minissérie pela Rede Globo de Televisão (em que houve o acréscimo do artigo “o” antes do nome original). Essa foi a adaptação mais conhecida, e foi editada em 2000 para exibição nos cinemas. Foi anunciado uma sequência para o filme, a ser lançada em 2024.


Enaltecendo a cultura nordestina
 
Talvez o maior impacto de Ariano tenha sido a idealização do Movimento Armorial em outubro de 1970, que teve como objetivo criar uma arte erudita a partir de elementos da cultura popular do Nordeste brasileiro. O movimento procura orientar para esse fim todas as formas de expressões artísticas: música, dança, literatura, artes plásticas, teatro, cinema, arquitetura, entre outras.

Uma das características mais marcantes da obra de Ariano Suassuna é a valorização da cultura popular nordestina. Em suas peças teatrais, ele utiliza elementos como o cordel, a literatura de cordel e o repente para criar um universo único e autêntico.



Suassuna também foi um defensor ferrenho do nordeste, lutando contra o preconceito que muitas vezes é direcionado à região. Ele acreditava que a riqueza cultural do Nordeste deveria ser valorizada e celebrada em todo o país.


https://belem.com.br/noticia/11340/aniversario-de-ariano-suassuna-relembre-alguns-fatos-sobre-o-celebre-autor

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quinta-feira, 15 de junho de 2023

Como o marco temporal afeta todas as crianças brasileiras?

 










O PL do marco temporal ameaça o direito dos povos indígenas ao seu próprio território, colocando em risco o futuro climático do planeta e a existência de todos

Resumo

A aprovação do PL do marco temporal pode dificultar a demarcação de terras indígenas, sujeitar esses territórios à exploração econômica e colocar em risco o futuro climático do planeta.

Mais do que ameaçar o direito dos povos originários ao seu próprio território ao não reconhecer o direito à demarcação de terras tradicionalmente ocupadas antes de 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, o marco temporal coloca em risco o futuro climático do planeta e, consequentemente, a existência de todos nós. Sem um meio ambiente preservado, todas as crianças brasileiras herdarão os impactos da falta de condições ecologicamente equilibradas para viver. As crianças indígenas, mais afetadas pela decisão, além de perderem a casa, poderão perder também o direito a suas identidades, histórias, ancestralidades e culturas.

A perspectiva de tempo atrelada à definição das terras indígenas a serem demarcadas proposta pelo Projeto de Lei 490/07 contraria a “teoria do indigenato”, que reconhece as terras indígenas como direito originário desse povo. Aprovado pela Câmara dos Deputados por 283 votos a favor e 155 contra, o PL do “marco temporal” agora vai para votação no Senado sob o número 2903/2023.

O impacto do marco temporal para as crianças indígenas

Restringir a demarcação de terras indígenas é permitir que crianças e adolescentes indígenas percam o direito ao seu território. Estamos falando de cerca de um terço da população de 820 mil indígenas do país, de acordo com o Unicef, o Fundo das Nações Unidas para a Infância. “centralidade do território é condição essencial para que os direitos fundamentais dessa população sejam garantidos”, diz Ana Claudia Cifali, coordenadora da Matricial Jurídica no Instituto Alana.

Para Paula Mendonça, assessora pedagógica do programa Criança e Natureza, também do Instituto Alana, o caráter de sobrevivência e os laços de ancestralidade com seus territórios justificam as demandas por demarcação.

Segundo as especialistas, o marco temporal fere o artigo 227 da Constituição Federal (CF), que estabelece, com absoluta prioridade, o dever da sociedade, da família e do Estado em assegurar a crianças e adolescentes o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. Também pode fragilizar políticas voltadas aos povos originários ao não considerar o artigo 231 que, além de tratar sobre sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, reconhece “os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam, competindo à União demarcá-las, proteger e fazer respeitar todos os seus bens.”

O que a proteção do território garante para as crianças indígenas?

Crianças e adolescentes indígenas dependem do território para ter condições básicas de vida, o que inclui:

  • direito à moradia
  • convívio comunitário e familiar
  • acesso à água e à alimentação
  • saúde 
  • educação
  • proteção dos saberes e da cultura
  • o brincar

Para exemplificar como a saúde depende diretamente da integridade do território, Mendonça lembra como o uso de mercúrio no garimpo ilegal contamina os rios e os alimentos consumidos por essa população. Em quatro anos, 570 crianças com menos de cinco anos morreram em comunidades yanomami de Roraima por causas ligadas à ação de garimpeiros.

A histórica disputa por territórios

Para a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), o marco temporal é um mecanismo perverso e inconstitucional que ignora séculos de perseguição e extermínio de povos indígenas – em processos que muitas vezes levaram estes povos a serem expulsos de seus territórios. “Durante os mais de 20 anos do regime militar, houve muitos casos de violência e remoções de grupos indígenas que foram forçados a liberar as terras para outros usos”, comenta Márcio Santilli, sócio-fundador do Instituto Socioambiental (ISA).

O povo indígena panará, por exemplo, foi afetado por políticas deficitárias de demarcação durante o regime militar. A construção da BR-163, que liga Tenente Portela (RS) a Santarém (PA), atravessou os territórios desta população, e o contato direto com trabalhadores civis transmitiu doenças das quais não estavam protegidos e para as quais não tinham remédios. Dois terços dos panarás foram mortos; os sobreviventes foram deslocados para o Parque Indígena do Xingu em 1975, e, apenas em 1994, reconquistaram seus territórios tradicionais.

“O marco temporal torna parte das comunidades indígenas como se fosse sem terra, populações párias que não têm um lugar reconhecido como seu pelo nosso direito constitucional” – Márcio Santilli

O impacto do marco temporal para as crianças não indígenas

A tese proposta pelo PL 2903/2023 de restringir a demarcação de terras indígenas compromete não apenas o direito à vida de crianças e adolescentes dos povos originários, mas ameaça o equilíbrio climático do Brasil e de todo o planeta. As terras indígenas são responsáveis pela preservação de importantes áreas dos biomas brasileiros, enquanto “os recursos naturais presentes nestes territórios fornecem todos os materiais necessários para a manutenção da vida humana e não humana”, diz Mendonça. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), povos indígenas protegem 80% da biodiversidade global em seus territórios, apesar de representarem apenas 5% da população mundial.

Além disso, o marco temporal pode levantar questionamentos contra a legitimidade de terras já demarcadas ao permitir que recursos naturais de territórios tradicionais sejam abertos a interesses econômicos. Para Renato Godoy, gerente de relações governamentais no Instituto Alana, a aprovação do PL na Câmara é uma violenta derrota pelo risco de “retirar o direito dos povos indígenas à sua própria existência”. A depender do resultado, a demarcação de terras indígenas poderá ser transferida do Poder Executivo para o Poder Legislativo, facilitando o garimpo e a mineração nestas terras. Tais atividades de exploração das terras em vez de preservá-las têm impactos diretos e indiretos para 40 milhões de crianças e adolescentes que, segundo o relatório “Crianças, adolescentes e mudanças climáticas no Brasil”, já estão expostos a mudanças na temperatura, na qualidade do ar e da água, e nos meios disponíveis para nutrição, por exemplo.

“A privação do direito de se desenvolver em um ambiente saudável traz consequências graves que se acumularão ao longo da vida, impedindo o exercício pleno de uma série de direitos” – Paula Mendonça

Eduarda Ramos   Publicado em 05.06.2023  /  Atualizado em 13.06.2023

FONTE:  https://lunetas.com.br/como-o-marco-temporal-afeta-todas-as-criancas-brasileiras/#:~:text=O%20impacto%20do%20marco%20temporal%20para%20as%20crian%C3%A7as%20n%C3%A3o%20ind%C3%ADgenas,e%20de%20todo%20o%20planeta.

quarta-feira, 14 de junho de 2023

Qual a importância da leitura na educação infantil?

 

                                             Projeto de Contação de Histórias do CEPRO 


A leitura é um dos pilares da formação do conhecimento e do desenvolvimento do jovem estudante. No entanto, o hábito deve acompanhar (e respeitar) o desenvolvimento psíquico e intelectual. Para isso, é importante que os pais compreendam os estágios que caracterizam o relacionamento da criança com os livros.

A importância de ouvir histórias

Ouvir histórias é um acontecimento tão prazeroso que desperta o interesse das pessoas em todas as idades. Se os adultos adoram ouvir uma boa história, um “bom causo”, a criança é capaz de se interessar e gostar ainda mais por elas, já que sua capacidade de imaginar é mais intensa.

A narrativa faz parte da vida da criança desde quando bebê, através da voz amada, dos acalantos e das canções de ninar, que mais tarde vão dando lugar às cantigas de roda, a narrativas curtas sobre crianças, animais ou natureza. Aqui, crianças bem pequenas, já demonstram seu interesse pelas histórias, batendo palmas, sorrindo, sentindo medo ou imitando algum personagem. Neste sentido, é fundamental para a formação da criança que ela ouça muitas histórias desde a mais tenra idade.

O primeiro contato da criança com um texto é realizado oralmente, quando o pai, a mãe, os avós ou outra pessoa conta-lhe os mais diversos tipos de histórias. A preferida, nesta fase, é a história da sua vida. A criança adora ouvir como foi que ela nasceu, ou fatos que aconteceram com ela ou com pessoas da sua família. À medida que cresce, já é capaz de escolher a história que quer ouvir, ou a parte da história que mais lhe agrada. É nesta fase, que as histórias vão tornando-se aos poucos mais extensas, mais detalhadas.

A criança passa a interagir com as histórias, acrescenta detalhes, personagens ou lembra de fatos que passaram despercebidos pelo contador. Essas histórias reais são fundamentais para que a criança estabeleça a sua identidade, compreender melhor as relações familiares. Outro fato relevante é o vínculo afetivo que se estabelece entre o contador das histórias e a criança. Contar e ouvir uma história aconchegado a quem se ama é compartilhar uma experiência gostosa, na descoberta do mundo das histórias e dos livros.

Algum tempo depois, as crianças passam a se interessar por histórias inventadas e pelas histórias dos livros, como: contos de fadas ou contos maravilhosos, poemas, ficção, etc. Têm nesta perspectiva, a possibilidade de envolver o real e o imaginário que de acordo com Sandroni & Machado (1998, p.15) afirmam que “os livros aumentam muito o prazer de imaginar coisas. A partir de histórias simples, a criança começa a reconhecer e interpretar sua experiência da vida real”.

É importante contar histórias mesmo para as crianças que já sabem ler, pois segundo Abramovich (1997, p.23) “quando a criança sabe ler é diferente sua relação com as histórias, porém, continua sentindo enorme prazer em ouvi-las”. Quando as crianças maiores ouvem as histórias, aprimoram a sua capacidade de imaginação, já que ouvi-las pode estimular o pensar, o desenhar, o escrever, o criar, o recriar. Num mundo hoje tão cheio de tecnologias, onde as informações estão tão prontas, a criança que não tiver a oportunidade de suscitar seu imaginário, poderá no futuro, ser um indivíduo sem criticidade, pouco criativo, sem sensibilidade para compreender a sua própria realidade.

Portanto, garantir a riqueza da vivência narrativa desde os primeiros anos de vida da criança contribui para o desenvolvimento do seu pensamento lógico e também de sua imaginação,que segundo Vigotsky (1992, p.128) caminham juntos: “a imaginação é um momento totalmente necessário, inseparável do pensamento realista.”. Neste sentido, o autor enfoca que na imaginação a direção da consciência tende a se afastar da realidade. Esse distanciamento da realidade através de uma história por exemplo, é essencial para uma penetração mais profunda na própria realidade: “afastamento do aspecto externo aparente da realidade dada imediatamente na percepção primária possibilita processos cada vez mais complexos, com a ajuda dos quais a cognição da realidade se complica e se enriquece. (VIGOTSKY, 1992, p.129) ”.

O contato da criança com o livro pode acontecer muito antes do que os adultos imaginam. Muitos pais acreditam que a criança que não sabe ler não se interessa por livros, portanto não precisa ter contato com eles. O que se percebe é bem ao contrário. Segundo Sandroni & Machado (2000, p.12) “a criança percebe desde muito cedo, que livro é uma coisa boa, que dá prazer”. As crianças bem pequenas interessam-se pelas cores, formas e figuras que os livros possuem e que mais tarde, darão significados a elas, identificando-as e nomeando-as.

É importante que o livro seja tocado pela criança, folheado, de forma que ela tenha um contato mais íntimo com o objeto do seu interesse.A partir daí, ela começa a gostar dos livros, percebe que eles fazem parte de um mundo fascinante, onde a fantasia apresenta-se por meio de palavras e desenhos. De acordo com Sandroni & Machado (1998, p.16) “o amor pelos livros não é coisa que apareça de repente”. É preciso ajudar a criança a descobrir o que eles podem oferecer. Assim, pais e professores têm um papel fundamental nesta descoberta: serem estimuladores e incentivadores da leitura.

Fonte: https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/a-importancia-literatura-infantil-para-desenvolvimento.htm


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Anistia Internacional Brasil lança projeto #VozesNegras pelo clima

 



"Nada sobre nós, sem a nossa presença!" Mulheres negras na tomada de decisões e soluções frente às mudanças climáticas!

Você sabia que as pessoas negras, e sobretudo as mulheres aqui no Brasil, são as que mais sofrem os efeitos da crise climática tais como aprofundamento das desigualdades, desemprego e os desastres como enchentes e deslizamentos?
O Projeto #VozesNegras Pelo Clima é uma iniciativa da @anistiabrasil que busca potencializar as ações e estratégias de mulheres negras, lideranças comunitárias que já atuam na resistência aos efeitos da crise climática, e fortalecê-las, por meio da incidência política para a criação de políticas públicas que melhorem suas realidades.
Continue acompanhando mais sobre o #VozesNegras na luta contra o racismo ambiental aqui nas redes da Anistia Internacional Brasil e em www.anistia.org.br . A crise climática, é uma crise de direitos humanos!


Fonte: Anistia Internacional Brasil

Brincar é fundamental: Brasil Sem Trabalho Infantil

 





Brincar faz parte do direito ao desenvolvimento pleno e saudável de crianças. Jogar bola ou pião, apostar corrida, pular corda, esconde-esconde são algumas das brincadeiras que toda criança pode fazer para conhecer o seu entorno e apreender mais sobre o mundo.


Meninas e meninos de até 12 anos incompletos são considerados crianças pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Entre suas atividades diárias, o brincar pode e deve ser uma prioridade em seu cotidiano.


A Constituição Federal brasileira veda qualquer trabalho antes dos 16 anos, salvo na condição de aprendiz (a partir dos 14 anos), uma modalidade de trabalho protegida que agrega renda, qualificação profissional e escolarização. 


Em caso de trabalho infantil, denuncie! Disque 100 e para denúncias pela internet, acesse: https://ipetrabalhoinfantil.trabalho.gov.br e https://mpt.mp.br


Chega junto para acabar com o trabalho infantil!


#InfânciaSemTrabalho 

#ChegadeTrabalhoInfantil 

#BrasilSemTrabalhoInfantil 

#Disque100


CEPRO - CENTRO CULTURAL DE EDUCAÇÃO POPULAR DE RIO DAS OSTRAS 




terça-feira, 13 de junho de 2023

*Projeto ContAção de Histórias do Cepro

 















*Projeto ContAção de Histórias do Cepro* - Homenagem ao Meio Ambiente 


"E se as histórias para crianças passassem a ser de leitura obrigatória para os adultos?

Seriam eles capazes de aprender realmente o que há tanto tempo têm andado a ensinar?"

José Saramago -  Livro A maior flor do mundo (2001)

*EM DEFESA DA CULTURA DE DIREITOS!*

*CENTRO CULTURAL DE EDUCAÇÃO POPULAR DE RIO DAS OSTRAS*


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CONAE Publicado cronograma das conferências estaduais da Conae A etapa estadual será realizada em todas as unidades da Federação. As datas estão disponíveis na página da Conae 2024

  A  maioria das  u nidades da Federação já agendou as datas para o lançamento e a realização das conferências estaduais, que antecedem a  C...