segunda-feira, 29 de novembro de 2010

MESMO COM AVANÇOS, BRASIL AINDA É TERRA DE DESIGUALDADE SOCIAL NO CAMPO


Embora o país apresente má distribuição de terra, políticas para o campo têm avançado
Cerca de 1% dos proprietários rurais detêm 46% de todas as terras brasileiras, ou seja, quase metade do território do País, de acordo com relatório elaborado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), Rede Social de Justiça e Direitos Humanos, Centro de Direitos Humanos Evandro Lins e Silva e Instituto Carioca de Criminologia. Este dado aponta o Brasil como uma das nações com maior desigualdade de distribuição de terra do mundo. Com a intenção de questionar esta realidade e avançar, foi criada a Campanha pelo Limite da Propriedade da Terra: em defesa da reforma agrária e da soberania territorial e alimentar. Como desdobramento, foi realizado um plebiscito nacional que questionou o limite da propriedade de terra e apontou 94% da população a favor de um limite da propriedade de terra. Estas ações são frutos da organização das entidades que compõem o Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo (FNRA).

Esta discussão traz luz à questão agrária brasileira, e de acordo com o integrante da direção nacional da CPT, Dirceu Fumagalli, a luta pela reforma agrá ria é muito mais ampla. “É necessário pensarmos no rompimento com o agronegócio, o fim do latifúndio, uma real regu larização fundiária e investimento na agricultura familiar”, destacou. A má distribuição de terras tem razões históricas no país e envolve aspectos do poder econômico, político e social. Dados do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) revelam que o Brasil possui atualmente 916.518 famílias de trabalhadores rurais vivendo em 8.616 assentamentos da reforma agrária, que ocupam uma área total de 84,6 milhões de hectares. Os projetos de assentamentos estão localizados em mais de dois mil municípios em todo o país.

Ainda falta muito para a reforma agrária, mas áreas fundamentais avançaram, como a agricultura familiar, um dos setores mais produtivos do País. “A função social da terra deve ser considerada a partir de sua produção alimentar e com o agronegócio não estamos produzindo e nem garantindo nossa soberania alimentar. Além disso, o alimento passa a ser comprometido com agrotóxicos e transgênicos”, criticou Fumagalli. Outro ponto importante trata da revisão dos índices de produtividade sobre a capacidade produtiva das atividades agrícolas, estipulados em 1975. O objetivo é que estes dados sejam atualizados com a realidade e segundo o último censo agrário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve aumento da concentração fundiária. “Apesar de termos incorporado tecnologia e avançado consideravelmente, os índices nunca foram recalculados e revisados. Boa parte das grandes propriedades não produtivas poderiam ser destinadas à reforma agrária”, avaliou o enge -nheiro agrônomo e presidente da Fisenge, Carlos Roberto Bittencourt.

O papel da engenharia

A efetivação da lei nº 11.888, que estabelece a política de assistência técnica gratuita é fundamental para os agricultores familiares. “Nós, engenheiros po demos através da transferência de novas tecnologias elevar a renda dos agricultores e também desenvolver ações multidisciplinares envolvendo questões em diversas áreas do conhecimento, como por exemplo: ambiental, cultural, político, econômico e social”, sugeriu a engenheira Alméria Carniato, que já representou a Fisenge no FNRA.

Para avançar na reforma agrária, é preciso:

Soberania alimentar e direito ao território e à terra são bandeiras fundamentais na luta pela reforma agrária

• Fortalecer a agricultura familiar;

• Ampliar a linha de crédito para a agricultura familiar;

• Assegurar assistência técnica publica aos agricultores familiares;

• Adotar um modelo tecnológico compatível com a realidade local e as condições dos pequenos e médios produtores rurais;

• Garantia de crédito produtivo;

• Estímulo à pequena e à média empresa no campo:

• Capacitação do agricultor;

• Ampliar políticas públicas de infraestrutura;

• Fomento á agroindustria;

• Garantia de logística de mercado.


Fonte: Fisenge


CEPRO – Um Projeto de Cidadania, Educação e Cultura em Rio das Ostras.

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Rio das Ostras
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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

O CEPRO MARCOU O DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA COM HOMENAGENS E ATIVIDADES


Neste sábado, 20 de novembro, o CEPRO – Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras – comemorou o Dia da Consciência Negra, em sua 3ª versão.

Como nos dois anos anteriores, um programa de atividades culturais e educacionais marcou esta importante data nacional para lembrar o valioso legado negro para a formação social, econômica e cultural da Nação brasileira.

Compartilharam do evento, principalmente, pais, mães, responsáveis, crianças e jovens, que participam dos projetos e ações desenvolvidas pelo CEPRO no seu cotidiano, e demais convidados.

Na primeira parte do programa, foi exibido um vídeo onde conta uma história cujos personagens trazem à tona os preconceitos que estão presentes no cotidiano de nossa sociedade. Em seguida foi aberto um debate com o objetivo de contribuir para uma consciência em favor da construção de uma sociedade com igualdade de direitos e oportunidades.

A seguir, foi feita uma homenagem a algumas das destacadas personalidades que dedicaram suas vidas à luta visando superar o fosso de exclusão e discriminação ainda existente.

Na segunda parte do programa, foi realizada mais uma Contação de Histórias, atividade já tradicional em tardes de sábado, que contou com a animada participação da criançada. Ali foram apresentadas histórias com a temática da negritude e seus valores.
Para concluir o programa, foi compartilhado entre os presentes um delicioso feijão – talvez o mais popular alimento entre os brasileiros – para, “unindo o útil ao agradável”, provar (em ambos os sentidos) uma das muitas contribuições da cultura africana nos hábitos e costumes deste País, como na linguagem, na culinária, na vestimenta, nas artes etc.

O Dia da Consciência Negra foi instituído pela Lei 10.639, de janeiro de 2003, como lembrança da morte de Zumbi, em 20 de novembro de 1695, líder do Quilombo dos Palmares (Pernambuco). Zumbi foi considerado herói negro por ter arriscado sua própria vida ao extremo para salvar o seu povo da escravidão à época no Brasil.

O CEPRO – Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras – com esta iniciativa tem o orgulho de poder estar contribuindo para a construção de uma outra sociedade, um novo Brasil, mais justo, igualitário e fraterno, sem preconceitos e exclusões.

Diretoria do CEPRO

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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

JOÃO CÂNDIDO: "O ALMIRANTE NEGRO"


João Cândido Felisberto foi um militar brasileiro que se destacou como líder da chamada Revolta da Chibata acontecida em 1910 – cem anos atrás - agora relembrada.

Nascido em 24 de janeiro de 1880, na então Província (hoje Estado) do Rio Grande do Sul, no município de Encruzilhada (hoje Encruzilhada do Sul), João Cândido foi filho dos ex-escravos João Felisberto Cândido e Inácia Felisberto.

João Cândido alistou-se na Marinha do Brasil em janeiro de 1895, aos 14 anos de idade, ingressando como grumete, em dezembro do mesmo ano.

Teve uma carreira extensa de viagens pelo Brasil e por vários países do mundo nos 15 anos que esteve na Marinha de Guerra. Muitas delas foram viagens de instrução. No começo, recebendo instrução e, depois, dando instrução para marinheiros mais novos e oficiais recém-chegados.

Tornou-se muito admirado pelos companheiros marinheiros e muito elogiado pelos oficiais, por seu bom comportamento, e pelas suas habilidades principalmente como timoneiro. Era o marinheiro mais experiente e de maior trânsito entre marinheiros e oficiais, o que o indicava para liderar uma revolta que se avizinhava: a Revolta da Chibata.

O uso da chibata como castigo corporal já havia sido abolido desde o início da República. Todavia, o castigo cruel continuava de fato a ser aplicado, a critério dos oficiais. Centenas de marujos, a grande maioria afrodescendente constituída por negro e mulatos, continuavam a ter seus corpos mutilados pela chibata, como no tempo da escravidão.

Entre os marinheiros insatisfeitos com os baixos soldos, com a má alimentação e, principalmente, com os degradantes castigos corporais, crescia o clima de tensão.

Após várias situações e incidentes, no dia 22 de novembro de 1910, João Candido deu início ao levante - assumindo o comando do encouraçado Minas Gerais e pleiteando o fim dos castigos na Marinha de Guerra brasileira. Foi chamado à época, pela imprensa, como “Almirante Negro”, alcunha pela qual até hoje é homenageado.

Na rebelião, por quatro dias, os quatro navios de guerra apontaram os seus canhões para a Capital Federal. No ultimato dirigido ao Presidente Hermes da Fonseca, os revoltosos declararam: “Nós, marinheiros, cidadãos brasileiros e republicanos, não podemos mais suportar a escravidão na Marinha brasileira.” A rebelião terminou com o compromisso do governo federal em acabar com o emprego da chibata na Marinha e de conceder anistia aos revoltosos.

A história posterior demonstrou a traição e a perseguição que se seguiram contra os revoltosos, incluindo aí principalmente a João Cândido, e só reforçou a figura histórica de sua liderança. Banido da Marinha, João Cândido sofreu grandes privações. Faleceu em 6 de dezembro de 1969, no Rio de Janeiro.

Finalmente, sua memória vem sendo resgatada. Em 20 de novembro de 2008, sua estátua foi transferida dos jardins do Palácio do Catete para a Praça Quinze de Novembro, em grande evento que contou com a presença do Presidente da República , a família de João Cândido e milhares de manifestantes.

João Cândido pode ser considerado como um digno exemplo de herói nacional a ser sempre lembrado.

Diretoria do CEPRO

Fonte: Enciclopédia Wikipédia


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MULHERES VIDA SEM VIOLÊNCIA‏

Uma vida sem violência é direito das mulheres

Esse é o slogan da Campanha 16 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres. Nesta quinta-feira, 25/11, comemora-se o Dia Internacional pela Não Violência Contra a Mulher. Nesta data, em 1960, as irmãs Mirabal, Pátria, Minerva e Maria Tereza, foram brutalmente assassinadas a mando do ditador Rafael Leónidas Trujillo, da República Dominicana. Elas lutavam pelo fim da ditadura, da violência e pela democracia e ele acreditava que eliminando as três irmãs seus problemas acabariam. Mas o efeito foi o contrário e o assassinato delas causou comoção e levou o povo dominicano a se unir contra o ditador, que acabou sendo morto em 1961. O assassinato das irmãs é mais um triste episódio de violência contra a mulher, que infelizmente continua até os dias de hoje.

Entre as formas de violência incluem-se a exploração e o abuso sexual de meninas; estupro; aumento de casos de mulheres com HIV/Aids, principalmente em jovens; abortos praticados em condições precárias que levam à morte da mãe; tráfico de mulheres; além de violência cometida por maridos, namorados, companheiros ou ex.

A boa notícia é que a Secretaria de Políticas para as Mulheres informa que o número de serviços especializados aumentou em 161% no período entre 2003 e 2010. Atualmente, existem 889 serviços especializados - 464 delegacias especializadas de atendimento à mulher, 165 centros de referência de atendimento à mulher, 72 casas-abrigo, 58 defensorias especializadas, 21 promotorias especializadas, e 12 serviços de responsabilização e educação do agressor.

No que se refere à Justiça, foram criados - após a promulgação da Lei Maria da Penha - 89 juizados especializados/varas adaptadas para casos de violência doméstica e familiar. Além da criação, muitos recursos têm sido investidos para o reaparelhamento e a reforma das delegacias especializadas, de centros de referência de atendimento à mulher e de casas-abrigo.


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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

DIA INTERNACIONAL DA NÃO VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES


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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

150 ANOS DE CASIMIRO DE ABREU



Casimiro José Marques de Abreu ou, simplesmente, Casimiro de Abreu, nascido no dia 4 de janeiro de 1839, foi um poeta da segunda geração entre os românticos brasileiros.

Casimiro nasceu na Fazenda da Prata, em Capivary (Silva Jardim). A localidade onde viveu parte de sua vida, Barra de São João, é hoje distrito do município que leva seu nome. Recebeu apenas instrução primária, dos onze aos treze anos, em Nova Friburgo, então cidade de maior porte da região serrana do estado do Rio de Janeiro.

Aos treze anos transferiu-se para o Rio de Janeiro para trabalhar com o pai no comércio. Depois, embarcou para Portugal, em 1853, onde entrou em contado com o meio intelectual e escreveu a maior parte de sua obra. Em 1857, retornou ao Brasil para trabalhar no armazém de seu pai. Isso, no entanto, não o afastou da vida boêmia.

Casimiro foi escolhido para a recém-fundada Academia Brasileira de Letras, tornando-se o patrono da cadeira número seis. Em 1859, editou suas poesias sob o título de Primaveras.

De linguagem simples, espontânea e ingênua, tornou-se um dos poetas mais populares do Romantismo no Brasil. Seu sucesso literário, no entanto, deu-se somente depois de sua morte, que ocorreu em 18 de outubro de 1860, em Nova Friburgo.

Seus versos mais famosos são do poema “Meus oito anos”:

Oh! Que saudades que tenho/ da aurora da minha vida/ da minha infância querida/ que os anos não trazem mais/ Que amor, que sonhos, que flores/ naquelas tardes fagueiras/ à sombra das bananeiras/ debaixo dos laranjais/

Nesta oportunidade, o CEPRO – Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras – homenageia este reconhecido poeta, precocemente desaparecido, e por extensão, o município visinho de Casimiro de Abreu e seus cidadãos e cidadãs.

Diretoria do CEPRO

Fonte: Enciclopédia Wikipédia

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MOSTRA DE DIREITOS HUMANOS NO PONTO



O cinema Ponto Cine promove nos dias 22, 23, 29 e 30 de novembro a Mostra Direitos Humanos no Ponto. Serão exibidos 3 documentários (O Cárcere e a Rua, Juízo e Penas Alternativas), e um episódio do programa Conexões Urbanas, produzido pelo AfroReggae.

A entrada é franca. Os interessados em agendar grupos, favor entrar em contato de segunda a sexta-feira, pelos telefones 3106-9995 ou 3106-0886. Falar com Breno, Priscila ou Vanderson.

Após cada exibição será realizado um debate com representantes dos filmes, da sociedade civil e de órgão públicos. Os temas das discussões serão:

- O sistema carcerário brasileiro
- O jovem e o crime
- A mulher no sistema carcerário
- Penas alternativas como solução

A mediação ficará a cargo de Adailton Medeiros.

A Mostra Direitos Humanos no Ponto tem o patrocínio da Fundação Ford.

O Ponto Cine está localizado no Guadalupe Shopping, na Estrada do Camboatá, nº 2.300, Guadalupe.

Abaixo segue a programação dia a dia. Mais informações, entre em contato  por telefone


MOSTRA DIREITOS HUMANOS NO PONTO - PROGRAMAÇÃO

Dia 22 – 19h

Conexões Urbanas
Debate: O sistema carcerário brasileiro
Debatedores: ROGÉRIO MENEZES (coordenador de projetos – presídios em Bangu, e mediador de conflitos em comunidades)

Dia 23 – 10h

Juízo
Brasil/ 2007/ 90 min. /35mm
Produção: DILER & ASSOCIADOS / NOFOCO FILMES
Direção/Roteiro: Maria Augusta Ramos
Produtor: Diler Trindade
Produtora Associada: Maria Augusta Ramos
Produtor Executivo: Telmo Maia
Produtor Delegado: Geraldo Silva de Carvalho
Diretor de Fotografia: Guy Gonçalves
Som: Pedro Sá Earp/ José Moreau Louzeiro
Montagem: Maria Augusta Ramos/ Joana Collier
Ediçção e Mixagem de Sons: Denilson Campos
Direção de Produção: Henrique Castelo Branco/ Mariana Vianna


Sinopse

Juízo acompanha a trajetória de jovens com menos de 18 anos de idade diante da lei. Meninas e meninos pobres entre o instante da prisão e o do julgamento por roubo, tráfico, homicídio. Como a identificação de
jovens infratores é vedada por lei, no filme eles são representados por jovens não-infratores que vivem em condições sociais similares. Todos os demais personagens de Juízo - juízes, promotores, defensores, agentes do DEGASE, familiares - são pessoas reais filmadas durante as audiências na II Vara da Justiça do Rio de Janeiro e durante visitas ao Instituto Padre Severino, local de reclusão dos menores infratores.Juízo atravessa os mesmos corredores sem saída e as mesmas pilhas de processos vistas no filme anterior de Maria Augusta Ramos, o premiado Justiça. Conduz o espectador ao instante do julgamento para desmontar
os juízos fáceis sobre a questão dos menores infratores. Quem sabe o quê fazer? As cenas finais de Juízo revelam as conseqüências de uma sociedade que recomenda "juízo" a seus filhos, mas não o pratica.

Debate: O jovem e o crime
Debatedores:
DEP. ALESSANDRO MOLON (ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Alerj);
ALAN BORGES (superintendente de políticas para a juventude do Estado – RJ);
NORTON GUIMARÃES (coordenador do projeto Empregabilidade – AfroReggae, que encaminha ex-presidiários, ex-criminosos e pessoas que não tem oportunidade ao mercado de trabalho)


Dia 29 – 19h

O Cárcere e a Rua
titulo original: (O Cárcere e a Rua)
lançamento: 2004 (Brasil)
direção: Liliana Sulzbach
atores: Betânia Fontoura da Silva , Cláudia Maria Rullian , Daniela Caldeira Cabral
duração: 80 min
gênero: Documentário
status: arquivado
gênero:Documentário
produção:Annette Bittencourt, Everson Egas Colossi Nunes, José Pedro Goulart e Ricardo Baptista da Silva
música:Nico Nicolaiewisky
fotografia:Sadil Breda
edição:Ângela K. Pires

Sinopse

Cláudia, presidiária mais antiga e respeitada da Penitenciária Madre Pelletier, deve deixar o cárcere em breve. Assim como Betânia, que vai para o regime semi-aberto, e ao contrário de Daniela, que recém chegou na prisão e aguarda julgamento. Enquanto Daniela busca proteção na cadeia, Cláudia e Betânia vão enfrentar as incertezas de quem volta para a rua.

Debate: A mulher no sistema carcerário
Debatedores: Representante da Pastoral Carcerária


Dia 30 – 10h

Penas Alternativas
Cor/Color 71' :: Brasil - 2008 ::
Direçăo: LUCAS MARGUTTI, JOĂO VALLE
Roteiro: JOAO VALLE
Empresa Produtora: FOCUS FILMS
Produçăo: TUINHO SCHWARTZ
Fotografia: JUAREZ PAVELAK
Montagem: JOAO VALLE, LUCAS MARGUTTI
Música: DANIEL MAZUKA, BRUNO LT

Sinopse

O documentário busca refletir sobre o fracasso do sistema penitenciário brasileiro. Tendo como foco um Centro de Detençăo, um presídio e uma ONG no estado de Săo Paulo, o filme percorre vidas que seguiram destinos diferentes. Pelos depoimentos de indivíduos que foram sentenciados ao regime fechado de encarceramento e dos que realizaram as penas alternativas, mais precisamente a prestaçăo de serviços a comunidade, o documentário apresenta soluçőes para a superlotaçăo carcerária e investiga as finalidades da pena de prisăo.

Debate: Penas alternativas como solução
Debatedores:
JOÃO VALLE (cineasta)
MARIANA GOULART (produtora)
PEDRO DANIEL STROZEMBERG (sub-secretário de Direitos Humanos/RJ)


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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

20 DE NOVEMBRO - DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA

A educação é um ato permanente, dizia Paulo Freire, e neste sentido que é necessário que construamos instrumentos para a construção de uma sociedade anti-racista, que privilegia o ambiente escolar como um espaço fundamental no combate ao racismo e à discriminação racial.

Sabemos das dificuldades, mas avaliamos ser importante dividir este momento com aqueles e aquelas que desejam uma educação verdadeiramente emancipadora , humanista e não racista.

Neste sentido, em atendimento às atuais demandas e necessidades educativas e pedagógicas que emergem das práticas sociais, bem como, o que estabelece a legislação vigente e as políticas públicas, em especial, a implementação das leis 10.639/2003 e 11.645/2007.

Devemos fazer a nossa parte e estamos tentando construir junto com todos e todas novas práticas de respeito ao ser humano. A realização do 3º Encontro Cultural da Consciência Negra em Rio das Ostras, do CEPRO – Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras, que realizar-se-á no próximo dia 20 deve ser incluído como um movimento ainda inicial, porém com o compromisso de reescrever uma história com caminhos sem tantos espinhos.

Os 122 anos que nos separam da Lei Áurea não foram suficientes para resolver uma série de problemas decorrentes das dinâmicas discriminatórias forjadas ao longo dos quatro séculos de regime escravocrata.

Trazendo para nossa atualidade se considerarmos os mapas de escolaridade encontrado no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), bem como os dados na publicação do INSPIR (Instituto Sindical Interamericano pela Igualdade Racial), não precisaremos fazer muito esforço para compreender a extrema necessidade de diminuir a desigualdade sócio-econômicas a que está submetida a população negra ou parda de nosso país, um total de 43,7% da população brasileira.

Por isso, é necessário que problematizemos a questão da diversidade étnico–racial no âmbito do currículo das escolas , tanto quanto afirmar e estabelecer princípios, objetivos, estratégias para o desenvolvimento de práticas da educação das relações étnico-raciais.

Dia 20 de novembro , dia Nacional da Consciência Negra, nos leva a refletir: que tipo de consciência é esta que construímos no decorrer de nossa história?

Profª Guilhermina Rocha
Especialista em Educação e Historiadora
Presidente do CEPRO

 
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O CEPRO INDICA: MUSEU HISTÓRICO NACIONAL ATRAVÉS DO SETOR EDUCATIVO


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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

I ENCONTRO DE MULHERES CATADORAS - VIOLÊNCIA, SAÚDE E CIDADANIA


ITCP COPPE UFRJ
http://www.itcp.coppe.ufrj.br/
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Tel: +55 (021) 2598-9240
Tel/ fax: +55 (021) 2260-1383

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CONAE Publicado cronograma das conferências estaduais da Conae A etapa estadual será realizada em todas as unidades da Federação. As datas estão disponíveis na página da Conae 2024

  A  maioria das  u nidades da Federação já agendou as datas para o lançamento e a realização das conferências estaduais, que antecedem a  C...